Postagens populares

07 dezembro, 2011

Bridgestone cria pneu que não precisa de ar

Imagine nunca mais ter de encher os pneus. Isso não é realidade, mas também não está tão distante assim de se tornar algo palpável. A fabricante de pneumáticos Bridgestone apresentou no Salão de Tóquio, o conceito Air-Free, um pneu que não precisa de ar. 



Protótipo não precisa ser inflado, logo não fura. O produto é 100% reciclável, feitos de uma resina termoplástica


VÍDEO DA APRESENTAÇÃO

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mxIaRw4a7GI




Semana passada, durante o Tokyo Auto Show, no Japão, a Bridgestone mostrou seu mais novo produto – um dos mais interessantes já produzidos pela empresa em todos os tempos: um pneu que não precisa de ar para “funcionar”                                                                                           ( Leia também     http://meupneu.blogspot.com/2011/10/tweel-o-pneu-do-futuro.html  )                                                                                                                               
De acordo com o Gizmag,    os pneus ainda são considerados conceitos e há vários probleminhas ainda a sanar, mas alguns protótiposjá foram testados em veículos para uma pessoa no Japão, onde são comuns, e o resultado foi positivo. Os pneus, que não precisam de ar e consequentemente não esvaziam, são feitos a partir de materiais recicláveis que preenchem o espaço onde o fica o ar nos pneus comuns. Esses materiais sustentam a superfície de borracha, fazendo com que os pneus rodem em qualquer situação.
O plano da Bridgestone é comercializar os pneus o quanto antes, mas para isso, segundo a Techcon, a invenção ainda precisa passar por testes em carros tradicionais, que requerem quatro pneus, nos quais ainda não foi propriamente testada.


VÍDEOS DA APRESENTAÇÃO
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mxIaRw4a7GI

Fonte: Geek/Gizmag

06 dezembro, 2011

Fábrica Chinesa Double Star lança pneus coloridos


Quem tem mais de 20 anos se lembrará dos pneus de tom verde e amarelo vendidos  no Brasil em celebração à Copa do Mundo de Futebol de 1994.(leia http://meupneu.blogspot.com/2011/11/por-que-os-pneus-de-carro-sao-pretos.html) . Pois a “inovação”, que não caiu nas graças do público, está voltando ao mercado. A responsável por isso é a chinesa Double Star, que apresentou uma linha de componentes de borracha coloridos em seu país de origem.




Especialista na fabricação de pneus, a companhia asiática revelou peças de todas as cores. Aos mais extravagantes, há opções como rosa-choque ou “laranja-berrante”, além daquele tipo de amarelo que quase cega… Para carros militares, pensou-se em modelos camuflados.




Após as rodas de liga leve coloridas, 


provavelmente teremos a combinação de cores dos pneus – ou até a variação delas, com quatro tons diferentes em um mesmo carro. Você usaria?

Fonte: china car times ]

03 dezembro, 2011

Um pneu que não fura nunca?


O Finixx Tires, produzido na Tailândia com tecnologia sueca, é apresentado como o pneu que “não fura nunca”. Uma película que parece uma cola reveste o interior do pneu, e de acordo com o importador Victoria Atacadista, objetos pontiagudos que entrassem no pneu ficariam envolvidos na cola, impedindo o vazamento de ar ao objeto ser retirado.
O site Quatro Rodas testou a eficiência dos pneus que começaram a ser vendidos  e ainda não têm preço definido. Com a colaboração da equipe do Cesvi  (Centro de Experimentação e Segurança Viária) introduziram um prego de 3mm de diâmetro, que saiu sem causar vazamaneto, mas notaram que a lateral no pneu não é revestida pela película, portanto não resistiria a furos.Pneu à prova de furos
Ao passar com o carro em cima de uma tábua de pregos o resultado foi satisfatório. O pneu direito resistiu a dois pregos e o esquerdo a dois pregos de 3 a 4 mm e um parafuso de 3mm.
Mas a equipe queria reproduzir uma cena mostrada na propaganda do produto, o pneu perfurado por duas chaves de fenda e mais dezenas de pregos. Acabou furando ao passar por cima de um parafuso de 6mm que entrou e saiu, esvaziando o pneu até murchar. As chaves de fenda não foram testadas.
O fabricante, Yenny Gomez Martinez, representante da Latin American of Tires Finixx, explicou que as provas realizadas não respeitaram as dimensões que cobrem a garantia dada pelo pneu. “Nas feiras, usamos chaves de até 9 mm para as demonstrações”, ele completa que introduzindo um objeto de rosca, como o parafuso, o estrago se multiplica.
Apesar de não passar em todos os testes, a conclusão da Quatro Rodas é positiva, o Finixx aguentou furos de vários calibres, porém ainda não é possível dizer que é um pneu que não fura nunca.
Com informações do site Quatro Rodas


LEIA TAMBÉM 

O que significa Seal Inside?

02 dezembro, 2011

PELO PLANETA,EU CALIBRO OS PNEUS

O seu carro, movido a gasolina ou etanol, pode se aproximar dos modelos verdes. É até bem simples reduzir um pouco o impacto causado pelos veículos. Pesquisa realizada no ano passado pela Bridgestone na América Latina aponta que um em cada sete motoristas dirige com a pressão dos pneus menor do que o recomendado. Pneus calibrados, vale lembrar, têm maior durabilidade e consomem menos combustível, reduzindo a emissão de gases na atmosfera. Além de poluir mais, um carro com baixa pressão nos pneus é um risco para motorista e seus passageiros. A quantidade de ar nos pneus e sua pressão exercem influência na resistência ao rolamento, que está ligada de forma direta à quantidade de combustível consumida. Dependendo da pista e da forma que a pessoa dirige, a resistência ao rolamento pode aumentar entre 18% e 26% o combustível consumido por um veículo.


Dentro das campanhas Pense Antes de Dirigir e Torne Seu Carro Ecológico, a Bridgestone fez revisões gratuitas em cerca de 8,9 mil veículos em sete países da América Latina e descobriu que 14% dos pneus revisados estavam com a pressão abaixo da recomendada pelo fabricante dos veículos. Do total, 26% dos veículos consumiam mais combustível do que o necessário. Isso representa, no final das contas, 264 milhões de litros ou US$ 121 milhões gastos de forma desnecessária.




Em emissões, os números são ainda mais surpreendentes. Se todos os veículos pesquisados tivessem seus pneus calibrados de forma adequada, 595 milhões de quilos de CO2 deixariam de ser emitidos.






Leia também Pneus ficam mais verdes e mais doces


http://meupneu.blogspot.com/2011/12/pneus-ficam-mais-verdes-e-mais-doces.html


29 novembro, 2011

REMOLDAR, RECAPAR OU RECAUCHUTAR UM PNEU

Existem três maneiras em que o seu pneu poderá ser reaproveitado, uma vez que a banda de
rodagem (tread), ou a parte superior do pneu que entra em contato com a pista, estiver
abaixo do limite de uso recomendado para ele. Salientamos que, normalmente menos de
85% dos pneus de carro passageiro poderão ser reaproveitados. Isso por muitas razões, a
principal é devido aos arames de metal no interior do pneu, que podem apresentar
problemas e isto compromete a estabilidade do pneu. 



O que é Recapagem? 
É basicamente o processo de trocar a banda de rodagem (tread) usada por um novo. Há
duas maneiras de se realizar este processo, a frio ou a quente. O processo a frio é feito
utilizando um pneu pré moldado que obtém uma banda de rodagem que já com desenho e
um tipo de cola do lado oposto que faz a banda grudar no pneu a uma temperatura de 110ºC.
Na recapagem a quente, ao contrário anterior, se utiliza algo chamado camelback, isto é,
banda crua que gruda no pneu e forma um desenho quando colocado num molde na
tempertatura de 150ºC.


Adicionado pré moldado a caraças raspada










O que é Recauchutagem? 
Na recauchutagem não somente a banda de rodagem como também os ombros da caraça
são cobertos com uma camada de camelback. Logo depois o pneu é colocado dentro de um
molde e aquecido conforme o processo à quente (150ºC), o camelback obtêm seu desenho.




O que é Remoldagem? 
Remoldagem, mais conhecido como talão a talão, é o processo de reformar o pneu por
aplicar uma camada de camelback na banda de rodagem, parede (lateiras) e nos ombros da
carcaça. O pneu é depois colocado dentro de um molde e submetido ao processo à quente
(150ºC), o camelback obtêm seu desenho.


VEJA TAMBÉM

Como se fabrica um Pneu


OS TRÊS PRINCIPAIS MODELOS DE PNEUS


28 novembro, 2011

O PRIMEIRO PNEU RADIAL FABRICADO NO BRASIL

O pneu Pirelli CF67, o primeiro pneu radial fabricado no Brasil.



A estreia do Cinturato CF67 no Brasil foi no FNM 2000 JK, versão brasileira do Alfa Romeo 2000 berlina (sedã em italiano), produzido a partir de 1960 pela estatal Fábrica Nacional de Motores no município de Duque de Caxias, na Grande Rio de Janeiro.





O rodar excelente do carro, para os padrões da época e que ainda surpreende, era resultado do novo tipo de pneu. Pouco depois a Pirelli lançou o pneu no Brasil e em medidas capazes de atender os demais carros nacionais.
Logo se veriam os carros daqueles anos 1960 - Volkswagen sedã, DKW-Vemag, Renault, entre outros - rodando com os radiais Pirelli.



A sensação de dirigir com pneus radiais era algo totalmente novo.
O CF67 era ótimo no piso molhado, incomparavelmente superior a qualquer diagonal, mas o pneu adquiriu fama de "ruim, traiçoeiro na chuva". O motivo era o limite muito superior, mas quando ultrapassado perdia aderência de vez. Durante um bom tempo pessoas evitaram o radial por esse motivo.
Outro aspecto que desagradou a muitos no pneu radial, no começo, era a impressão de estar subinflado, devido à "barriga" formada entre aro e piso.  Mas isso foi logo superado com o hábito. 


LEIA TAMBÉM 

A ORIGEM DA PALAVRA "PNEU"


26 novembro, 2011

Pneu de emergência ao usá-lo dirija com cuidado.

Pneu de emergência reduz a estabilidade do carro e tem índice de velocidade menor. Se precisar usá-lo, não ultrapasse 80km/h e não mais que 200Km.Dirija com cuidado para evitar acidente.


Entre as características específicas do mercado brasileiro, está a de que o estepe tem que ser igual ao que roda no carro.


 A maioria dos motoristas brasileiros acha que o pneu reserva tem que desempenhar o mesmo papel dos de uso, mesmo que o condutor se esqueça de passar no borracheiro e precise rodar mais algumas centenas de quilômetros ou passar a semana toda com o pneu furado no porta-malas.
 No entanto, devido à presença cada vez maior de importados no Brasil, nossos motoristas estão convivendo, desde o começo da década de 1990, com uma nova realidade no porta-malas: a do pneu de emergência, também chamado de temporário ou provisório.




 As características que mais se destacam nesse tipo de pneu são a largura, pois eles são mais finos, e o tipo de construção, já que são diagonais; o material da roda, que é feita em aço; e os avisos na cor amarela, para o motorista não ultrapassar a velocidade máxima de 80km/h. Este tipo de pneu está presente em vários modelos importados, de origem europeia, americana, mexicana, argentina e de países asiáticos.






ONDE MORA O PERIGO

 Mas o brasileiro que compra um veículo com esse tipo de pneu, deve ficar atento quando precisar usá-lo, pois desprezar os limites de velocidade máxima (de 80km/h) e de percursos curtos, pode ser fatal. Segundo o diretor da área de segurança de veículos da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Harley Bueno, o pneu de emergência tem índice de velocidade menor e, se o motorista insistir em ultrapassar esse limite, ele pode estourar e provocar um grave acidente”.


LEIA TAMBÉM 

FIQUE DE OLHO NA CALIBRAGEM DO STEPE




23 novembro, 2011

Pneus produzem energia para recarregar baterias



Pneus produzem energia para recarregar baterias

Rumo ao carro elétrico
Uma pesquisa recente, feita pela Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, mostrou o que os donos de carros a gasolina levam em conta quando consideram a possibilidade de migrar para um carro elétrico:
  1. a autonomia (quantos quilômetros o veículo roda sem precisar recarregar;
  2. a diferença de custo entre a gasolina e a eletricidade, e
  3. o tempo de recarregamento das baterias.
Maior autonomia e menor tempo de recarregamento são questões diretamente afetas às baterias - que, infelizmente, vêm progredindo muito lentamente.
Assim, enquanto as baterias não dão seu tão esperado salto tecnológico, que possa viabilizar de vez os veículos elétricos, começam a surgir alternativas para, pelo menos, facilitar seu recarregamento.
Kers  e supercapacitores fazem parte desses esforços.




Geradores piezoelétricos
Agora, Noaman Makki e Remon Pop-Iliev, da Universidade de Ontário, no Canadá, voltaram sua atenção para os nanogeradores, minúsculos fios piezoelétricos que estão sendo pesquisados sobretudo para a alimentação de pequenos equipamentos portáteis.
Os materiais piezoelétricos transformam uma deformação mecânica em energia elétrica – assim, basta dobrá-los para um lado e para o outro para que eles gerem eletricidade.
Os dois engenheiros decidiram inserir os nanogeradores dentro dos pneus, que se deformam naturalmente durante o rodar normal de um veículo, devido à sua flexibilidade e às oscilações do piso.
Submetidos à deformação constante dos pneus, os nanogeradores podem produzir uma quantidade razoável da energia – quanto mais rápido o carro estiver rodando, e quanto maior for o aro do pneu, mais energia é gerada.
Os nanofios de PZT (as iniciais químicas dos elementos usados na liga piezoelétrica titanato zirconato de chumbo) já foram usadas em pneus antes, mas apenas para alimentar os sensores que monitoram a pressão dos pneus, que não precisam funcionar continuamente.
Pneu gerador
Para gerar uma maior corrente, os pesquisadores verificaram que é necessário cobrir uma área maior da superfície interna do pneu com os nanogeradores.
Em seu protótipo, eles usaram uma malha de 4 x 40 fios, colada no interior de um pneu aro 14 com um adesivo flexível.
Com o veículo rodando a 100 km/h – o que equivale a uma rotação do pneu de 854 giros por minuto – a malha piezoelétrica de teste produziu 2,3 watts, de forma sustentada, por pneu.
Usando uma segunda camada de nanogeradores, superposta à primeira, a produção de energia saltou linearmente para 4,6 watts, o que demonstra o potencial da tecnologia, uma vez encontrada a cobertura ótima de nanofios no interior de toda a área interna do pneu.
A energia gerada é inicialmente armazenada em um capacitor, e passada para o interior do veículo por um comutador, que mantém um contato contínuo entre a o chassi e a roda em movimento.

O PNEU INTELIGENTE

Já imaginou ter no seu carro, pneus com sensores que medem a temperatura e pressão do pneus e ainda envia informações para seu computador de bordo? Não é sonho de ficção!





Pneu inteligente tem sensor integral para detectar defeitos

Um engenheiro da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo conceito de "pneu inteligente" - ao invés de sensores para detectar dados específicos, o pneu inteiro se transforma em um sensor, podendo alertar sobre problemas estruturais de fabricação ou qualquer defeito que ele venha a sofrer.

Pneu inteligente tem sensor integral para detectar defeitos

Os chamados "pneus inteligentes", que já equipam alguns carros de luxo, possuem sensores que detectam sua pressão interna e enviam a informação em tempo real para o painel do veículo. A informação permite que o proprietário saiba imediatamente quando a pressão de cada pneu cai abaixo do recomendável e também quando o pneu está vazando devido a um furo.
Nem todos os defeitos que acontecem em pneus, contudo, fazem com que sua pressão caia. Pedras, asfalto solto, freadas bruscas e os inúmeros imprevistos que acontecem nas estradas podem fazer com que a estrutura interna do pneu seja danificada, sem que ele comece a murchar imediatamente.
Sensor integral
A tecnologia desenvolvida pela equipe do Dr. Gary Krutz utiliza toda a estrutura metálica interna do pneu como um enorme sensor. Qualquer defeito pode ser imediatamente detectado, resultando em um alerta no painel do veículo.
Além dos defeitos de fabricação, o sistema de sensor integral consegue detectar anomalias que vão resultar em uma necessidade precoce de substituição do pneu, como desbalanceamentos e desalinhamentos, que fazem com que o pneu se desgaste de forma irregular.

Estouro dos pneus
Os problemas mais graves, no entanto, acontecem quando a malha de aço do pneu se desestabiliza, podendo resultar até mesmo em estouros que levam ao capotamento do veículo.
A tecnologia já foi avaliada por várias empresas fabricantes de pneus e está em processo de licenciamento para que possa chegar ao mercado.

22 novembro, 2011

A ORIGEM DA PALAVRA STEPE


De acordo com o dicionário Michaelis, o termo vem da palavra inglesa step,
 uma abreviação de Stepney, que era o nome da rua onde se localizava a oficina
 que fabricou as primeiras rodas sobressalentes, a Stepney Motor Wheel Co.
 O estepe foi criado pelos irmãos Walter e Tom Davies, em Pembrokeshire, País de Gales.
A invenção foi patenteada em 1902 e era exportada para o mundo inteiro.
 A empresa fabricava cerca de 2 mil rodas reservas por mês.


Leia também

Pneu de emergência ao usá-lo dirija com cuidado.


http://meupneu.blogspot.com/2011/11/pneu-de-emergencia-ao-usa-lo-dirija-com.html