Postagens populares

09 novembro, 2011

Por que os pneus de carro são pretos?

Na verdade, pneus não precisam ser pretos. Já foram fabricados pneus coloridos – que resultaram em retumbantes fracassos de vendas. O que dá a cor escura ao pneu são pigmentos chamados negros-de-fumo ou negros-de-carvão. Essas substâncias também deixam a borracha  mais dura e resistente. Não fossem elas, o pneu seria acastanhado (cor da borracha natural) ou amarelado (como a borracha sintética). Além disso, seria mole demais para agüentar atrito, abrasão e altas temperaturas. A bem da verdade, se fosse só de borracha, nem daria para moldar o pneu. Substâncias alternativas aos negros-de-fumo tornam a fabricação do pneu com cores um tanto cara. Somando a isso o fato de um pneu colorido gritar aos olhos em um mundo de rodas pretas, temos um fiasco comercial. Atualmente, os pneus diferentões fazem sucesso principalmente em bicicletas para crianças, que não se preocupam tanto com o item discrição. No ramo automotivo, a Michelin já fabricou, em 1998 (época da Copa do Mundo na França), 12 000 unidades do pneu Artilheiro, com banda de rodagem nas cores verde e amarelo.













 Um ano antes havia lançado o Coraldo – com nove opções de cores para a banda de rodagem. Produtos assim causaram protestos nos EUA, onde moradores não gostavam de ver o asfalto todo colorido pelas arrancadas e freadas.





Fonte Super interessante


LEIA TAMBÉM 

O PRIMEIRO PNEU RADIAL FABRICADO NO BRASIL



08 novembro, 2011

10 MANDAMENTOS DO PNEU

O pneu é a peça fundamental do carro. É através dele que toda a potência do carro é passada para a pista.  Por isto você deve obedecer a estes 10 mandamentos



1 - Calibrar o pneu semanalmente.  indicação do manual do fabricante do veículo.
2 - Rodízio de pneus. Veículos com pneus radiais no máximo a cada 10.000 km e veículos com pneus diagonais a cada 5.000 km rodados, utilize o estepe no rodízio.
3 - Evitar a sobrecarga no veículo. Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta os riscos de estouro ou de alterações estruturais importantes.
4 - Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo.Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus.

5 - Utilizar as medidas de pneus exatas pelo fabricante do veículo.  O uso de pneus e rodas diferentes modifica a performance do carro.
6 - Alinhameto e balanceamento sempre que o veículo sofrer impactos fortes, na troca de pneus, quando os pneus apresentarem desgastes irregulares, ao serem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver “puxando” para um lado ou a cada 10.000 km como indica o manual do usuário.
7 - Usar o pneu indicado para a superfície. O uso inapropriado  provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade do veículo. 
8 - Monitorar o indicador de desgaste de rodagem (TWI). Indicador existente no pneu mostra o momento certo para se efetuar a troca.
9 - Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes. Esse contato pode danificar seriamente os materiais do pneu.
10 - Evitar direção agressiva, Freadas fortes, mudanças bruscas na direção e cantar pneu, passar rápido em lombadas, buracos. 

PNEU FURADO. TROCAR OU CONSERTAR?


Quando o veículo se encontra com um pneu furado, é muito comum que o motorista apele para um destes consertos bem baratos, feito em qualquer borracharia. Esse conserto só não pode se tornar definitivo.
Em qualquer borracharia, por no máximo R$ 10,00, é possível reparar um pneu furado,  “Esse reparo, conhecido como ‘macarrão’, é uma solução provisória, que serve apenas para que o condutor tenha condições de levar seu veículo, rodando, até uma oficina aparelhada para fazer o conserto adequado”.

 Essa solução bastante utilizada, acaba por deixar o ar do pneu ir embora, podendo causar infiltrações que geram gradativamente perdas na qualidade do aço da estrutura do pneu, oxidando e arrebentando com o passar do tempo.

Tendo em vista esse tipo de problema, o motorista deve sempre buscar a maneira definitiva de resolvê-lo, que é chamada de plugue (componente de borracha que é colado a frio na área perfurada). Para colocar esse elemento vedante, o pneu precisa ser desmontado da roda para que o profissional faça o reparo de dentro para fora. Além disso, o funcionário da oficina aproveita para fazer uma inspeção geral no pneu. É bom lembrar que após ser montado, é necessário que seja feito o balanceamento de novo.
 Primeiramente é necessário sempre recorrer a uma oficina de sua confiança, para não ser enganado e ainda colocar sua segurança em risco.
 
• Pneus com índice de velocidade T (até 190Km/h) – Perfurações de até 6mm na banda de rodagem e de até 3mm nas laterais dos pneus (flancos), podem ser reparadas. Acima dessas medidas, ou se sofrerem cortes que danifiquem a estrutura, é necessária a troca do pneu.
• Pneus com índice de velocidade W (até 270Km/h) – Perfurações de até 3mm na banda de rodagem podem ser reparadas e se a lateral do pneu (flancos) for atingida, é necessária a troca do pneu.
• Pneus com índice de velocidade Y (até 300Km/h) – Não podem ser consertados. O condutor deve sempre substituir o pneu.
 
Se tiver alguma sugestão de pauta ou interesse por alguma notícia específica, peça através da caixa "Comentários" localizada abaixo.
(LEIA TAMBÉM

PELO PLANETA,EU CALIBRO OS PNEUS



http://meupneu.blogspot.com/2011/12/pelo-planetaeu-calibro-os-pneus.html


Um pneu que não fura nunca?





07 novembro, 2011

Breve historia do pneu no Brasil



O Pneu passou por muitas etapas desde sua origem, até atingir a tecnologia atual. Único elo entre o veículo e o solo, o pneu exerce papel fundamental no dia-a-dia das pessoas, proporcionando mobilidade, agilidade e rapidez nos veículos modernos. A invenção do pneu, é bem antiga tem cerca de duzentos anos, começou por volta do século XIX. No início muitos empresários foram à falência, pois a borracha que conhecemos hoje não passava de uma goma grudenta que era usada pra impermeabilizar tecidos, e havia o risco da borracha se dissolver quando fazia calor. Os primeiros experimentos ocorreram por volta de 1830, através de Charles Goodyear (americano). Ele descobriu por acaso o processo de vulcanização onde a borracha cozida a altas temperaturas com enxofre, mantinha suas condições de elasticidade no frio ou no calor. Além de dar forma ao pneu, aumentou a segurança nas freadas e diminuiu as trepidações nos carros. Em 1845, os irmãos Michelin foram os primeiros a patentear o pneu para automóvel. Em 1847, o inglês Robert Thompson colocou uma câmara cheia de ar dentro dos pneus de borracha maciça. A partir de 1888, as fabricas passaram a investir mais na utilização do pneu em larga escala e em sua segurança.(2)
A produção de pneus no Brasil foi iniciada em 1934, época que foi implantado o Plano Geral de Viação Nacional, 
mas a concretização deste plano foi em 1936 com a instalação da Companhia Brasileira de Artefatos de Borracha (mais conhecida como Pneus Brasil), no Rio de Janeiro, que no primeiro ano fabricou mais de 29 mil pneus. Outras grandes fabricantes começaram a produzir pneus no Brasil entre os anos de 1938 a 1941, elevando a produção nacional para 441 mil unidades. No final dos anos 80, o Brasil já tinha produzido mais de 29 milhões de pneus. Desde então, o Brasil conta com a instalação de mais de 13 fábricas de pneus, das quais internacionais: Bridgestone Firestone, Goodyear, Pirelli, Michelin, Continental, Yokohama, Maggion (100% nacional) e Bética (100% nacional). Hoje, da produção mundial, o Brasil é o sétimo na categoria de pneus para automóveis e o quinto em pneus para caminhão/ônibus e camionetas. Todo pneu fabricado ou importado para o Brasil tem que ter a estampa do INMETRO. Se não tiver pode ser sinal de falsificação.

05 novembro, 2011

¨TREADWEAR , TRAÇÃO E TEMPERATURA DOS PNEUS


Desgaste da banda de rolamento (Treadwear):



O índice de Treadwear corresponde à velocidade em que um pneu se desgasta. Este índice obtém-se mediante um teste efetuado em circuito sobre uma distância de 9600 km, em condições controladas. Este índice está compreendido entre 60 e 620 e o valor de referência é de 100. Por exemplo, um pneu com um Treadwear de 50 irá se desgastar 2 vezes mais rápido que um pneu normal enquanto que um pneu com um Treadwear de 420 irá se desgastar 4,2 vezes mais lentamente. 
PARA GUARDAR: Quanto mais elevado for o índice de Treadwear, mais longa será a duração do pneu 
Aderência (Tração):
O índice de Tração corresponde à aderência de um pneu em estrada molhada. Este índice é expressado com as letras AA (índice mais elevado), A, B e C (índices mais baixos). O índice C é o mínimo aceitável. 
PARA GUARDAR: Quanto mais elevado for o índice de tração, mais curta será a distância de frenagem. 
 O índice de tração corresponde à aderência em estrada molhada em linha reta! 
Resistência ao aquecimento(Temperatura):
O índice de Temperatura corresponde à resistência do pneu ao aquecimento e à sua capacidade de dissipar o calor. Este índice é obtido mediante um teste em laboratório com uma roda de teste. O excesso de calor pode provocar a degradação do pneu. Este índice é indicado com as letras A (índice mais elevado), B e C (índices mais baixos). O índice C é o mínimo que impõe a lei. 
PARA GUARDAR: Um índice de temperatura elevado significa que o pneu resiste ao aquecimento 
 O índice de Temperatura é aplicado a um pneu enchido corretamente (nem subenchido, nem sobreenchido) em condições.



04 novembro, 2011

Pneu da Goodyear dispensará calibragem




Uma solução que será muito bem vinda, aos condutores mais esquecidos ou irresponsáveis com a manutenção do veículo, está sendo desenvolvida pelos laboratórios da Goodyear Tire & Rubber Company. O novo pneu da marca irá dispensar a calibragem, por conta da capacidade de manter uma regularidade na sua pressão interna, podendo passar anos sem a necessidade de manutenção, o que contribui para uma significativa economia no consumo de combustível, aumento na sua vida útil, redução na liberação de gases que prejudicam a camada de ozônio, maior segurança e melhor desempenho do automóvel.

No único comunicado divulgado até o momento, sabe-se que a AMT (Air Maintenance Technology – Tecnologia para manter o ar) da Goodyear produziu uma bomba de ar em miniatura que é alojada no interior do pneu e preserva constantemente a pressão apenas com sua rodagem normal. Outra informação divulgada são as medidas dos pneus, que serão produzidos inicialmente para carros e caminhões comerciais.

“Um pneu que pode manter sua própria calibragem é algo que os motoristas esperaram por muitos anos. A Goodyear assumiu esse desafio e os resultados obtidos são muito encorajadores. As pessoas vão se perguntar como viveram sem esse tipo de avanço tecnológico até agora”, revela Jean-Claude Kihn, vice-presidente sênior e Chief Technical Officer da Goodyear.Calibragem de pneus

A marca não divulga uma previsão de quando o novo pneu estará disponível aos seus clientes, mas revela uma aceleração no cronograma por conta dos subsídios governamentais de pesquisa obtidos recentemente nos Estados Unidos (US$1,5 milhão para pesquisa, produção e exibição do sistema AMT para pneus de caminhões comerciais, oferecidos pelo Setor de Tecnologia de Veículos do Departamento de Energia) e na União Européia (oferecido pelo governo de Luxemburgo para pesquisa e desenvolvimento do sistema AMT para pneus de consumo).


Kihn também destaca: “Ainda que sejam similares no conceito, existem diferenças significativas nos sistemas AMT para pneus de consumo e comerciais. O apoio do governo dos Estados Unidos e de Luxemburgo ressalta o valor desses projetos e os vários benefícios que podem oferecer aos motoristas de todo o mundo”.

O Setor de Tecnologia de Veículos do Departamento de Energia dos Estados Unidos divulgou que, além do dinheiro oferecido para a produção do sistema AMT para caminhões comerciais, também oferecerá um benefício de US$1,5 milhão para uma parceria entre a PPG Industries e a Goodyear que visa o aprimoramento da resistência ao rolamento dos pneus e economia no consumo de combustível, usando novas tecnologias para a banda de rodagem e o revestimento interno.

“Tecnologias avançadas que são invisíveis ao olho humano – como as que estamos trabalhando em conjunto com a PPG – ajudarão a aumentar significativamente a eficiência dos pneus em termos de consumo de combustível, mantendo outras importantes qualidades como a tração e a vida útil da banda de rodagem”, relata Kihn.


Pneu da Goodyear dispensará calibragem

AS VANTAGENS DE SE CALIBRAR OS PNEUS COM NITROGÊNIO


,Os pneus de seu carro vão perdendo ar pouco a pouco. Teoricamente é aconselhável verificar a sua pressão uma vez por mês, um gesto que geralmente temos tendência para esquecer. A baixa pressão dos pneus tem conseqüências em termos de custo e segurança. Aumenta o consumo de combustivel, diminuiu a vida dos pneus, degrada a segurança, em suma a sua comodidade.
Largamente utilizado na competição automóvel, na aviação e em veículos de transporte de cargas consideradas perigosas, o nitrogénio é um gás INERTE que mantém uma pressão constante dentro dos pneus muito melhor que o ar normal.
O ENCHIMENTO DOS PNEUS COM NITROGÉNIO POSSUI QUATRO GRANDES VANTAGENS:

Segurança

  • Reduz o risco de acidentes, ligados ao sobre-aquecimento e à baixa pressão dos pneus.
  • Permite otimizar a eficácia dos pneus na frenagem e na aceleração em todas as circunstâncias, pois a temperatura e a pressão estão permanentemente estabilizadas.

 

Economia

  • Controle da pressão dos pneus 3 a 4 vezes menos.
  • Estabilizada a pressão dos pneus, consegue-se preservar o seu desgaste (+20% de Km(s)).
  • Rodando com pressão correta, economizar-se-á cerca de 10% de combustível.

 

Ecologia

  • Diminuindo o consumo de combustível, está-se a participar na redução da emissão de gazes tóxicos.
  • Aumentando a duração dos pneus, está-se a contribuir na redução do volume de lixo a reciclar.

 

Comodidade

  • Com a pressão permanentemente inalterável, o comportamento de qualquer veiculo será mais eficaz.

 

Concelhos de utilização

  • Em caso de necessidade, poderá sem risco, utilizar ar normal ou bomba antifuro, mas de seguida aconselhamos a passagem por sua oficina abitual, para repor o nitrogênio dos seus pneus.


02 novembro, 2011

Saiba como fazer o rodízio dos pneus

Um considerável número de proprietários de veículos automotores se preocupa com o “estado” dos pneus, o que é da maior importância para a segurança do carro, pois se eles estiverem em mau estado poderão colocar em risco a vida dos ocupantes em qualquer situação. No entanto, poucos são os que promovem o “rodízio” dos mesmos ou pelo menos sabem para que ele serve. O objetivo não é apenas fazer com que os pneus durem mais. Mudá-los corretamente de posição tem tudo a ver com procurar manter um equilíbrio entre os diferentes desgastes dos pneus. Confira essas e outras DICAS altamente relevantes sobre o rodízio.

Para que serve

O rodízio serve para se obter um desgaste equivalente dos pneus nos dois eixos do automóvel. A troca acaba equilibrando a forma como ocorre o desgaste e isso contribui para aumentar a durabilidade dos pneus. Outro ponto importante a ser considerado no que tange a esse procedimento, é a preservação da “estabilidade” do veículo, notadamente em freadas e curvas.

Quando fazer o rodízio

As fábricas de pneus recomendam que o rodízio deve ser feito a cada 5.000 kms. Portanto, o proprietário do carro deve seguir o que recomenda o manual do proprietário, ou seja, o que determina o fabricante do automóvel. E é interessante registrar, que as montadoras de veículos têm opiniões bastante semelhantes, senão vejamos: a Fiat orienta no “manual” a proceder a troca de posição a cada revisão (seis meses ou 10.000 quilômetros). A Ford segue a mesma política.
No entanto, nem todas recomendam o rodízio dos pneus. A Renault é uma delas. Segundo Carlos Henrique Ferreira (Caique), “devido à tração, os pneus dianteiros podem ser mais solicitados que os traseiros e isso poderia deixá-los um pouco quadrados, o que mudaria o comportamento em situações perigosas, como uma frenagem brusca”. Alguns especialistas ressaltam que o proprietário do carro, além do manual, também deve ficar atento ao desgaste irregular dos pneus, a fim de antecipar a mudança de posição dos mesmos.

Como fazer o rodízio

Há alguns tipos de rodízio, quais sejam:
  • o que é feito em forde “X”;
  • o que é feito somente com pneus do mesmo lado;
  • o que mistura esses dois tipos de rodízio;
  • o que inclui o estepe (quando este tem a mesma medida dos pneus de rodagem).
Mas existem algumas diferenças nas recomendações dos fabricantes de pneus e de veículos. À guisa de exemplo: enquanto a Goodyear inclui o rodízio em “X”, a Fiat Automóveis recomenda apenas a troca de pneus do mesmo lado. Por isso o proprietário do carro deve consultar o manual do veículo.

Sentido de rotação

Há entre a sociedade automotiva brasileira um “mito” segundo o qual não se deve inverter o sentido de rotação dos pneus quando se promove o rodízio dos mesmos. Não é bem assim, pois isso depende do tipo dos pneus, visto que eles têm desenhos diferentes de banda de rodagem, para diferentes tipos de performance. Segundo o coordenador de marketing da Goodyear, “entre os que não podem estão os direcionais (aqueles que têm uma seta na lateral, indicando o sentido de rodagem), pois isso vai provocar um desgaste irregular, afetar a dirigibilidade e aumentar o nível de ruídos”. Os pneus assimétricos, por seu turno, viabilizam a inversão do sentido de rotação, desde que não se desmonte o pneu da roda. Os simétricos podem ser invertidos de qualquer forma.

Alinhamento e balanceamento

É de suma importância que o proprietário do carro solicita que seja feito o alinhamento da direção e o balanceamento das rodas e, semanalmente, confira a calibragem dos pneus, para que o rodízio surta EFEITO. Lembre-se: depois de mudar os pneus de lugar, é recomendável fazer o “alinhamento”.

Fonte: Tribuna do Norte – http: // tribunadonorte com br