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17 outubro, 2011

O que significa Seal Inside?


O que significa Seal Inside?

O Seal Inside (S.I.) é uma nova tecnologia de construção de pneu que permite a você dirigir sem perder a pressão do ar mesmo após o pneu ter sofrido uma perfuração por um objeto externo, cobrindo quase 85% das possíveis causas de acidentes por perda de pressão*.
O logotipo Seal Inside será usado para identificar todos os produtos Pirelli que apresentam esta nova tecnologia. O logotipo (em preto) também está no flanco do pneu.
* O Seal Inside é eficiente para a maioria das perfurações com exceção daquelas que afetem a integridade do pneu

Como ele funciona?

Dentro do pneu, na área correspondente ao padrão da superfície de rolamento, um material da camada de vedação bloqueia fortemente todo possível vazamento de ar no caso de uma perfuração que passe através da carcaça com ou sem um objeto externo ainda presente.
SEAL INSIDE
O Seal Inside atua imediatamente no orifício e sua ação rápida e eficaz, na maioria dos casos, não permite que o condutor perceba que o pneu foi perfurado.
Fonte de pesquisa Pirelli

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11 outubro, 2011

A hora certa de trocar os pneus do seu carro


Com o passar dos anos, os pneus se transformaram em sinônimo de tecnologia.
 Mais duráveis e confiáveis, são capazes de suportar milhares de 
quilômetros sem que você precise ir a um borracheiro para fazer algum tipo de reparo,
 bastando ter o cuidado necessário na sua manutenção,
 principalmente no que se refere a verificar a cada 15 dias a pressão.
No entanto, como eles duram cada vez mais, muitas pessoas não 
tiveram que passar pela experiência de trocá-los e substituí-los por novos,
 e por isso mesmo, não sabem a hora certa de fazê-lo.
 Ou seja, muitos rodam tanto com um jogo de pneus, que,
 muitas vezes, vendem o carro antes de trocá-los. Contudo,
 é necessário que cada motorista entenda um pouco sobre pneu, como calibragem,
 tamanho, fazer a troca pelo step, bem como a hora de trocá-los por novos.
Hora de trocar
Saber a hora de trocar o pneu do seu carro não é uma tarefa difícil. Então,
 fique atento a algumas dicas que te ajudarão, a saber, qual é a hora ideal da troca.
Quilometragem

Os fabricantes de pneus informam qual a vida útil deles. 

De uma maneira geral, eles fornecem a quilometragem máxima que um pneu

 pode chegar se observados os cuidados básicos indicados no manual do veículo,

 e também por eles próprios (os fabricantes de pneus), como calibragem correta,

 alinhamento e balanceamento

Portanto, mais do que a quantidade definitiva de quilômetros que você vai rodar com os seus pneus, 

este número é uma meta a ser buscada por você. Ou seja, o seu pneu não necessariamente vai
durar o tempo informado pelo fabricante, sendo mais comum ele ter um desgaste específico.
 E por isso mesmo, é importante você ter em mente outros detalhes para observar e ajudá-lo na hora de trocar.
Os pneus encontrados no mercado têm durabilidade média de 25 mil até 72 mil quilômetros,
 de acordo com o fabricante. Saiba qual é a do seu pneu, e tenha a consciência
 de observar alguns outros indícios para a troca, como os que apresentaremos a seguir.
 Mas, de uma maneira geral, o seu pneu rodará com segurança a até no máximo esse 
número informado pelo fabricante.
Indicador de desgaste
O seu pneudeve ser trocado antes de alcançar a quilometragem indicada 
pelo fabricante quando a profundidade dos seus sulcos diminuírem a 1,6 milímetros ou menos. 
Segundo oCONTRAN, Resolução nº. 558/50, os carros que estiverem equipados com pneus com o sulco inferior a 1,6 mm podem ser apreendidos.
O pneu possui indicadores de desgaste, indicados pela sigla TWI,
 que são saliências de borracha nos seus sulcos.
 Se o pneu sofre desgastes de forma a atingir tal saliência, torna-se inviável para o uso,
 devendo ser substituído.
Bolhas
Observe, ao menos a cada 15 dias, os seus pneus.
 Neste período é também aconselhável que você faça uma calibragem.
 Então, faça tudo de uma única vez.
Analise os seus pneus. Veja se eles estão com desgaste regular e se não possuem bolhas.
 Caso possuam, é sinal de que você deve procurar o revendedor autorizado ou uma borracharia de confiança. Na maioria dos casos, bolhas nos pneus levam a troca,
 porque são causadas pelo rompimento da lona que forma a carcaça dele. 
Portanto, esteja bastante atento a elas.
Deformações
Ao analisar seus pneus a cada 15 dias, procure também por deformações em sua superfície e na sua estrutura. Pneus repuxados, tortos, com saliências, devem ser trocados por novos.
Estes são os principais critérios que devem ser observados para saber
 qual a hora certa para se fazer a troca. Assim, para aumentar a 
durabilidade dos seus pneus, atente-se sempre para a calibragem correta, 
segundo as indicações do manual do veículo, e faça também o alinhamento e balanceamento da direção e das rodas. E outro detalhe importantíssimo é que você faça, a cada 15 mil quilômetros, 
o rodízio dos pneus, de forma que eles não fiquem com desgaste desigual.
Se estiver na hora não espere, troque seus pneus usados por novos.
Fonte de pesquisa Lu explica.

10 outubro, 2011

Porque devo montar os pneus novos na traseira ?

Quando da troca somente de 2 pneus, estes devem ser colocados
na traseira,desde que os da dianteira estejam em bom estado, porque:


1 - Melhor resposta nas saídas em veículos de tração traseira;
2 - Melhor aderência sobre terrenos inconsistentes em veículos de tração traseira;
3 - Melhor dirigibilidade e maior segurança em veículo sobreesterçantes que

 são aqueles com  maior tendência de deriva nas posições traseiras, 
portanto mais difíceis de serem controlados;
4 - Otimização dos freios porque quando freiamos, a carga sobre o eixo dianteiro pode vir a 

ser o dobro daquela no eixo traseiro, o que justifica a necessidade de termos pneus com maior 
aderência no eixo menos carregado, para melhor distribuir a ação dos freios;
5 - Melhor desempenho em pavimentos de baixa aderência;


6 - Uma perfuração ou avaria num pneu dianteiro é rapidamente constatada e o 

controle do veículo é facilitado pela direção. Por esta razão os pneus novos ou os 
melhores pneus devem ser montados nas posições traseiras onde a percepção de
 qualquer problema dessa ordem é mais demorada e onde o controle do veículo também é mais difícil;
7 - Nas situações críticas, como por exemplo em dias de chuva,

 uma eventual aquaplanagem em curva é muito mais perigosa nos pneus traseiros
 do que nos dianteiros.
fonte de consulta: Pirelli









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Onze curiosidades sobre o mundo dos pneus

1. Você sabia que ao rodar um pneu aumenta de tamanho?
 Em movimento, o ar pressiona a parte interna do pneu,
 em especial o centro da banda de rodagem.
 Quanto mais rápido o pneu gira, maior ele fica.
 Mas você nunca verá esse aumento a olho nu.
 O máximo que se tolera, dentro dos padrões internacionais, é uma expansão de 2%.

2. Os pneus têm data de validade. Ela é de cinco anos a partir da data de fabricação,

 que é informada por um número de três algarismos na lateral do pneu, perto da palavra DOT.
 Ele indica a semana nos dois primeiros algarismos e o ano de fabricação no último.
 Por exemplo, o número 428 indicaria que o pneu foi fabricado na 42ª semana de 2008.


3. Um pneu é feito com 15 a 20 tipos de borracha, pois cada tipo tem uma função.
 Os compostos são criados em separado e depois agrupados,
 cada um na parte que lhe cabe (banda, lateral, interior etc.),
 e são vulcanizados juntos, formando a estrutura única que você vê na loja.


4. Hoje, o pneu poderia ser transparente, como as rodas de skate ou patins.

 Antigamente, o que determinava sua cor era a fuligem (ou negro-de-fumo).
 Com o tempo, a cor passou a ser uma função da sílica, que vem substituindo o
 negro-de-fumo na composição do pneu. Mas já houve no Brasil pneus coloridos à venda.
 Antes da Copa de 1998, a Michelin lançou o pneu Artilheiro, com banda de rodagem verde-amarela, em homenagem à seleção brasileira.


5. A lateral fornece vários dados sobre o pneu, inclusive a velocidade máxima a que ele pode ser submetido.

 Num 245/40 R17 91W, o 245 é largura da banda de rodagem (245 mm),
 40 diz que seu perfil tem 40% de altura em relação à banda (40% de 245 mm = 98 mm),
 o 17 é o tamanho do aro em polegadas,
 o 91 é o índice de carga e a letra W revela que ele pode suportar até 270 km/h.
 Por falta de letras, pneus acima dos 300 km/h recebem o código “Y” (com o Y entre aspas mesmo).
 O código Y (sem aspas) é o penúltimo da tabela, para pneus que rodam até 300 km/h.



6. O maior pneu de produção em série do mundo é feito pela Titan International, nos Estados Unidos:

 mede 4,30 metros de altura, pesa 5,7 toneladas e é colocado em uma roda de aro 63.
 Cada um custa cerca de 50 000 dólares. É usado em caminhões de mineração, monstros de até 
650 toneladas e 6,5 metros de altura, que levam até 400 toneladas e têm motores de até 3 600 cv.



7. Pneus agrícolas em geral usam água em seu interior.

 Como os tratores costumam rodar sobre terra fofa, eles precisam ter o maior peso possível para conseguir a aderência necessária. E a água é o material mais barato do mercado para dar lastro aos pneus.


8. Atualmente, a maioria dos pneus não é feita com borracha natural, que vem da seringueira.

 Ele é quase que inteiramente produzido a partir do petróleo.
 O pneu de um carro de passeio leva em sua produção cerca de 25 litros de petróleo.
 

9. Os pneus são responsáveis, em média, por 20% do consumo do carro.

 É na cidade que eles pesam mais, chegando a 25%. Nas estradas, onde a velocidade é maior,
 a resistência ao ar acaba ganhando um peso maior. 
Em caminhões, os pneus podem responder por 33% do consumo.

 

10. A pressão de um pneu depende da carga que ele vai transportar e do conforto que se quer proporcionar.

 É por isso que alguns pneus de bicicleta podem chegar a 100 libras por polegada quadrada,
 especialmente os mais finos, de competição.
 Por outro lado, pneus de tratores podem usar só 10 libras.

 

11. O pneu de um avião pode ser recauchutado 11 vezes e é calibrado com nitrogênio, 

para que sua pressão interna não se altere tanto com as variações de temperatura a que é submetido.
 Não é para menos, afinal um pneu desses pode ser submetido a -60 °C durante o voo e,
 na aterrissagem, pode alcançar 100 °C.
Fonte: Revista Quatro Rodas]















04 outubro, 2011

OS TRÊS PRINCIPAIS MODELOS DE PNEUS



Adventure

 Os pneus do tipo adventure são desenhados especialmente para andar
 em solos instáveis
como terra, terrenos lodosos e pedregulho.
 Eles são adequados para os motoristas que gostam
 de aventuras off-road -  Por causa dos gomos mais destacados,
 eles tem mais capacidade de tração ao andar na terra.
 Há várias opções de estilo e preço no mercado.

De passeio

Os pneus do tipo passeio devem atender às necessidades de conforto,
 nível baixo de ruído e durabilidade.
 Prefeitos para quem dirige na cidade e, eventualmente,
 pega a autoestrada em direção à praia.
Para sedans de médio porte são indicados aqueles que têm maior índice de carga e
 segurança em alta velocidade.
 Se ficar em dúvida qual o mais adequado, consulte um especialista ou o manual
do seu carro.



Alta performance

Os pneus de alta performance são desenhados para terem maior capacidade de aderência à pista.
 Para garantir esse efeito, eles têm bandas com desenhos assimétricos, ou seja,
 o desenho da área de contato com o solo tem configuração diferente
 em cada lado a partir do seu centro. 
De acordo com os especialistas,
 é isso que garante que eles sejam os pneus perfeitos para rodar tanto
 em pistas secas quanto molhadas sem derrapar