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25 maio, 2013

Hotel construído utilizando pneus usados

Hotel construído utilizando pneus usados é atração em Goiatuba (GO)

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Já na entrada do Hotel Ecológico em Goiatuba (GO) já se nota a utilização de pneus na construção
24/05/2013 10:45
O lixo de pneus inservíveis é um problema mundial já que anualmente são jogados cerca de 700 milhões de pneus velhos no meio ambiente e cada pneu demora cerca de 600 anos para se decompor. Diante da gravidade deste problema, o empresário José Neto de Medeiros, dono de uma recuperadora de pneus em Goiatuba (GO) resolveu desenvolver um projeto de construção ecológica de um hotel utilizando pneus descartados e entulho de demolição da construção civil.

De acordo com o empresário, mais conhecido como Zé Neto, foram utilizados cerca de 55 mil pneus nesta obra e 600 toneladas de entulho de obra, que deveriam ser descartados na natureza. Os pneus foram desmanchados e usados no lugar dos tijolos e o entulho de demolição foi triturado e misturado ao cimento, o que gera uma economia significativa de cimento. “Também estamos desenvolvendo amortecedores de pneus inservíveis para a base das construções, o que poderá evitar grandes impactos caso aconteçam tremores na Terra”, revela Zé Neto.

Hotel Ecológico localizado na cidade de Goiatuba (GO) possui 27 quartos e os pneus podem ser encontrados em várias partes da construção de uma casa, como na fundação, parede, forro e contra piso, laje e também na cobertura. Ainda na decoração, os pneus são utilizados como vaso de plantas e até mesmo para a caixa d’ água que abastece todo sistema hidráulico do Hotel Ecológico. Juntos esses pneus agrícolas  armazenam sete mil litros de água potável. 

Outra importante utilização foi triturado e misturado com entulho de obra, vidro, plástico e papelão e transformados em argamassa ecólogica. “Nosso objetivo ao utilizar pneus na construção deste hotel foi para mostrar para a população como aproveitar o material reciclado, para que possamos cuidar do nosso meio ambiente”, concluiu Zé Neto.

26 março, 2013

A importância do alinhamento e balanceamento.


É normal o mecânico realizar o alinhamento e balanceamento nos pneus quando levamos o carro para a revisão periódica. Mas será que as pessoas sabem a importância de cada um deles? Ainda é comum no mercado a dúvida relativa à melhor forma de realizar estes serviços fundamentais para aumentar a vida útil de um pneu e dos componentes da suspensão. “É necessário ficar precavido e entender cada procedimento realizado no carro”, alerta José Carlos Quadrelli, Gerente Geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone - maior fabricante mundial de pneus.
O alinhamento é um serviço importante e deve ser feito quando se sente dificuldades em conduzir o carro em linha reta e quando o veículo começa a puxar para um dos lados. O desgaste irregular dos pneus também é outro indício de que o veículo não está corretamente alinhado.
O termo alinhamento, na realidade, significa buscar o “Equilíbrio em Movimento” do veículo. Este procedimento é executado medindo e ajustando os ângulos que as rodas do veículo fazem em relação ao piso e às linhas de centro do veículo, equilibrando todas as forças que atuam no carro, tais como: gravidade, força centrífuga, força de viragem, etc, proporcionando maior eficiência de rolamento, desgaste uniforme dos pneus, melhor estabilidade e, consequentemente, mais segurança para o motorista e os passageiros.
Os três ângulos mais importantes são:
Cambagem – Consiste em um ajuste do ângulo de inclinação vertical da roda em relação ao solo. “O principal indício de que é necessário fazer esse ajuste também é o desgaste irregular em um dos ombros dos pneus”, informa Quadrelli.
Caster - É o ângulo de inclinação do pino-rei ou do eixo de direção (linha imaginária que passa pelos pivôs superiores e inferiores da suspensão) em relação à vertical – fornece estabilidade auto-centrante e direcional;
Convergência ou Divergência - É a diferença de distâncias entre as partes dianteiras e traseiras dos pneus (vistos de cima). O seu ajuste promove uma melhoria no padrão de desgaste dos pneus, especialmente sob frenagem.
 

Balanceamento
O balanceamento geralmente vem acompanhado do alinhamento. Não se balanceia "pneus", mas sim o conjunto pneu e roda. Existem duas maneiras de balancear, o estático e o dinâmico. O balanceamento "estático" pode ser feito com o conjunto imóvel. Já o “dinâmico” requer que o mesmo esteja em rotação e ajuda a corrigir problemas que o estático não consegue. Estes sistemas medem as forças geradas pelo conjunto em rotação. Quando o equilíbrio dinâmico é conseguido, o estático é automático e não tem necessidade de realizá-lo em separado.
Ambas as formas de balancear evitam as trepidações no carro em velocidades acima de 60 km/h, deterioração do pneu, distúrbios de direção e comprometimento da capacidade de frenagem.
A recomendação é que o alinhamento e o balanceamento sejam feitos a cada dez mil quilômetros, mesmo que o condutor não sinta nenhum comportamento anormal no automóvel. Em contrapartida, deve-se verificar sempre que houver troca de pneus/rodas, vibração do volante ou veículo, for efetuado o rodízio de pneus, um pneu ou câmara de ar foi consertado devido a furo ou corte, houve choque forte contra obstáculo na pista ou em buraco causando empenamento do aro, perda de contrapeso de balanceamento do aro e/ou o pneu gastou excessivamente em pontos isolados.
O pneu é um bem durável e importante item de segurança. Se o problema não for solucionado em tempo, corre-se o risco de reduzir sua vida útil, acarretando em prejuízos financeiros e riscos para o condutor e demais passageiros

05 março, 2013

PNEUS DA CONTINENTAL PODERÃO AVISAR QUANDO O VEÍCULO ESTÁ ACIMA DO PESO


Existem diversos projetos de “pneus inteligentes”, mas parece que a Continental encontrou uma função interessante além da medição da pressão de ar. De acordo com um projeto da empresa, novos modelos poderão indicar quando o seu carro está pesado demais, evitando que você desgaste muito os pneus.
A Continental divulgou que está estudando lançar pneus com sensores que mostram ao motorista quando o veículo está acima do peso ideal. A empresa já colocou no mercado pneus que avisam quando estão ficando vazios. Agora, a ideia é incluir sensores que detectam a área do pneu que toca o chão.
Pneus inteligentes poderão avisar quando o seu carro está acima do peso
Quando um carro fica acima do seu peso, os pneus sofrem uma grande pressão, se achatando no processo. Isso faz com que a área que toca o chão fique maior, causando maior desgaste do pneu e tornando a saída mais perigosa.
Os sensores detectarão esse aumento na área de contato com o solo, avisando o motorista de que o carro está pesado demais. A Continental ainda não revelou quando pretende colocar esse tipo de pneu no mercado, já que ainda planeja deixar o modelo mais preciso nas suas medições. No momento, os modelos testados precisavam rodar alguns metros para apresentar mudanças sensíveis.
Fonte: Continental

05 fevereiro, 2013

Meu Pneu: O CERTO E O ERRADO NO USO DE PNEUS NAS RUAS

Meu Pneu: O CERTO E O ERRADO NO USO DE PNEUS NAS RUAS: O certo e o errado no uso de pneus nas ruas Basta apenas um pouco de atenção e poucos minutos de observação pelas ruas e logo é possíve...

Meu Pneu: Pneus carecas ‘disfarçados’ a vítima pode ser você...

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04 fevereiro, 2013

Pneus de carga da Continental operam na roda gigante London Eye e até na NASA


Conhecidos por sua durabilidade e fabricação tecnologicamente avançada desde 1872, os pneus da Continental estão alçando novos voos quando auxiliam na operação de alguns dos mais inventivos projetos de engenharia do mundo.
Em Londres, um local familiar tanto para os residentes como para os visitantes é o mundialmente famoso EDF Energy London Eye. Considerada a maior roda de observação construída no mundo, ela permite que os passageiros apreciem os pontos turísticos de Londres em cápsulas inteiramente fechadas, suspensas em uma roda gigante de 1,322 toneladas que se projeta sobre o rio Tâmisa.  São 32 cápsulas, cada uma com seu próprio controle climático e sistema de estabilidade, enquanto o London Eye se ergue a 135 metros de altura.
Os sistemas de direção do London Eye estão localizados em duas torres, uma das quais termina na plataforma de embarque. Mas o que os seus passageiros não percebem é que a rotação da roda depende dos pneus de carga Continental. Os pneus Continental HSR atuam como rolos de fricção ao longo dos aros das rodas. “Cada pneu é manobrado por motores hidráulicos e a rotação dos pneus cobre toda a estrutura da roda para assegurar a vista completa do horizonte de Londres”, informa Mark Robinson, chefe de Operações Técnicas do EDF Energy London Eye.
“Os pneus de carga Continental foram escolhidos para o mecanismo de manobra do EDF Energy London Eye em razão de sua durabilidade e confiabilidade”, afirma Robinson. “Eles têm de rodar no London Eye por horas seguidas de operação, é imperativo que não surjam paradas e que os produtos apresentem uma baixa manutenção. Nós não tivemos qualquer problema com os pneus Continental, que se provaram extremamente eficientes, nos auxiliando a permitir vistas espetaculares de Londres a milhões de visitantes desde que abrimos em 2000”, disse Robinson.
Do lado do Oceano Atlântico, os pneus de carga Continental estão ajudando a NASA, a Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço dos Estados Unidos, a voar ainda mais alto, realmente, por todo o caminho para Marte e Júpiter. A United Launch Alliance (ULA) recentemente contatou a Continental para o fornecimento de pneus de reposição para suas duas plataformas modulares de transporte autopropelidas na Estação da Força Aérea no Cabo Canaveral, na Flórida. A ULA desenha, constrói e lança os foguetes Atlas V e Delta IV que entregam missões orbitais para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, para a NASA, para o National Reconnaissance Office e para outros clientes comerciais. A ULA emprega os transportes KAMAG para mover os foguetes Delta IV, Atlas V e cargas especiais.
Os transportadores KAMAG empregam cada um 72 pneus de carga Continental HTR para mover as cargas dos locais de processamento para a área de lançamento. O peso combinado dos veículos de lançamento e das cargas pode chegar a quase 100 toneladas. Os veículos de lançamento Atlas V e Delta IV carregados pelos KAMAGs têm viabilizado missões de alto nível como a “Curiosity” da NASA para Marte, satélites voltados para o Sistema de Posicionamento Global (GPS) e outras cargas críticas ligadas à segurança nacional.
Com as especificações da KAMAG para emprego em suas plataformas modulares autopropelidas, os pneus Continental HTR foram instalados em setembro de 2012. Os modelos HTR também são produzidos pela unidade de negócios de Pneus para Veículos Comerciais da Continental, uma das maiores fabricantes mundiais de pneus para caminhões, ônibus e aplicações industriais.

29 janeiro, 2013

ASFALTO FEITO DE BORRACHA


Os buracos nas rodovias são os principais defeitos observados nas estradas de todo o Brasil, por isso esse novo tipo de asfalto tem preços menores do que o comum, mesmo depois de cinco anos de uso não apresenta desgastes ou fissuras.
O Asfalto-borracha é um asfalto modificado por borracha moída de pneus. Além de ser uma forma nobre de dar destino aos pneus inservíveis, resolvendo um grande problema ecológico, o uso de borracha moída de pneus no asfalto melhora em muito as propriedades e o desempenho do revestimento do asfalto.
 O Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis, coletou e destinou de forma ecologicamente correta em 2010, mais de 300 mil toneladas de pneus velhos que não seriam utilizados. Numa massa de asfalto podem ser utilizados 20% de borracha moída.
 Diversos países já utilizam o processo, em boa parte da malha rodoviária. São eles: Estados Unidos, África do Sul, China, Austrália, Suécia, Holanda, Espanha, França, Japão, Colômbia, Chile. No Brasil ainda não há projeto de lei tramitando no Congresso Nacional que obrigue a inclusão da borracha no cimento asfáltico. Existe apenas uma resolução do CONAMA (n°258/99) que determina que as empresas fabricantes e as importadoras de pneumáticos são obrigadas a coletar e dar um destino ambientalmente adequado aos pneus inservíveis.
Entre as diversas vantagens, podemos citar as principais:
  • Alta elasticidade;
  • Alta resistência ao envelhecimento;
  • Alta coesividade;
  • Excelente relação benefício/custo;
  • Reaproveitamento de um resíduo que duraria cerca de 600 anos para se decompor.
Fonte: Tnh1

31 dezembro, 2012

Pneus carecas ‘disfarçados’ a vítima pode ser você

Uma fraude praticada por borracharias com a anuência de proprietários de veículos coloca em risco a vida de milhares de pessoas, principalmente nesta época do ano, em que as estradas costumam ficar cheias. Trata-se da ressulcagem de pneus, técnica considerada ilegal, mas que é adotada indiscriminadamente na cidade.
Borracheiros que preferiram não se identificar confirmam a informação. Conforme especialista consultado pela reportagem, o risco de acidentes em veículos com pneus ressulcados é enorme
 https://i.ytimg.com/vi/W0QRkpYNNb4/maxresdefault.jpg
Também conhecido como riscagem ou frisagem, o esquema consiste em dar uma aparência de novo a um pneu careca. A “maquiagem” é elaborada por meio de uma máquina que refaz os sulcos desgastados, sem a necessidade de acrescentar uma nova camada de borracha, como acontece na ressolagem, por exemplo.
“Todo mundo faz. Existe uma máquina própria que esquenta a borracha. O segredo está em refazer o desenho bem em cima do sulco original”, ensina um borracheiro. Ele explica que a grande “vantagem” para o consumidor incauto é o preço.
Enquanto um pneu comum para carro de passeio custa cerca de R$ 200,00, a ressulcagem de um pneu desgastado sai por cerca de R$ 15,00. O trabalho demora de 15 a 20 minutos para ser concluído.
O problema é que o pneu careca  já está sem a sua base de borracha e os novos sulcos podem atingir a lona ou até mesmo a cinta estabilizadora de cordonéis de aço e fios de náilon. Com uma espessura mais fina, a estrutura fica mais frágil, o potencializa os riscos de acidente.
“As chances são enormes, porque o veículo vai perder estabilidade. Além disso, o pneu pode estourar a qualquer momento”, alerta o engenheiro mecânico e consultor automobilístico Marcos Serra Negra Camerini.https://i.ytimg.com/vi/UbCmWVHVr-E/maxresdefault.jpg

Até a lona
O serviço, de acordo com outro borracheiro consultado pela reportagem, é procurado tanto por caminhoneiros quanto por motoristas de carros de passeio. Mas, como a nova frisagem quase sempre alcança a lona dos pneus, a técnica só pode ser utilizada uma vez.
“Aí, a pessoa roda até chegar na lona. Todo mundo sabe que é ilegal, mas é mais seguro do que continuar rodando com pneu careca”, pondera ele, que diz nunca ter usado pneu ressulcado em seu veículo particular. “Só uso com o sulco original de fábrica”, afirma.
Hoje, não existe uma lei nacional que proíba a fraude. Mas, segundo a Polícia Rodoviária, um pneu “maquiado” pode ser comparado a um pneu careca. Desta forma, a infração é considerada grave, com aplicação de multa de R$ 127,69, cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo até que seja regularizado.
O motorista e as borracharias também podem responder a processo criminal, enquadrados no artigo 132 do Código Penal por expor a risco a vida ou a saúde de terceiros. Em caso de condenação, a pena prevista é de três meses até um ano de detenção.https://imagens.mdig.com.br/thbs/34810mn.jpg

Pneu ressulcável
Conforme esclarece o engenheiro mecânico e consultor automobilístico Marcos Serra Negra Camerini, existem pneus de caminhão que são próprios para serem ressulcados. Eles possuem uma camada mais espessa de borracha que permite que a nova riscagem seja feita com segurança. “Isso é válido apenas para pneus que contenham a inscrição ‘ressulcável’ na lateral. E a ressulcagem deve ser feita de acordo com as instruções determinadas pelo fabricante”, .

Retirado de jcnet

18 dezembro, 2012

O CERTO E O ERRADO NO USO DE PNEUS NAS RUAS

O certo e o errado no uso de pneus nas ruas

Basta apenas um pouco de atenção e poucos minutos de observação pelas ruas e logo é possível notar muitas irregularidades no uso dos pneus. As situações são das mais diversas: desde pneus off-road sendo utilizado em cidades, até pneus visivelmente “carecas” rodando pelas ruas.
O engenheiro da Bridgestone Firestone, José Carlos Quadrelli, mostra as situações mais comuns flagradas pelas ruas e indica o certo e o errado em cada situação. Uma recomendação muito importante é a verificação periódica do indicador de desgaste da rodagem - TWI (Tread Wear Indicators). Este indicador existente em todo pneu mostra o momento certo para efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca (imagem abaixo).

FOTO: Engº. José C. Quadrelli, da Bridgestone Firestone do Brasil
1. Desgaste do Pneu
A primeira indicação é que o pneu esteja em boas condições e atendendo ao limite de desgaste através da indicação TWI. O pneu abaixo do índice TWI é considerado “careca” e não atende as exigências de segurança no veículo. No exemplo abaixo, o TWI foi ignorado há muito tempo, provocando uma alta exposição a acidentes ao usuário deste veículo. O engenheiro Quadrelli recomenda fortemente que todo usuário identifique a marca do TWI e controle o desgaste do pneu. “Um pequeno cuidado como este, poderá significar a diferença entre sofrer ou não um acidente”, avisa Quadrelli.
Certo – Obedecer à indicação do pneu (TWI).
Errado – Rodar com o pneu careca.

FOTO: pneu com necessidade de troca urgente.
2. Pressão/Calibragem de Pneu
Um dos primeiros equívocos encontrados nas ruas são os pneus com calibragem inadequada. O uso da pressão correta no pneu garante a melhor dirigibilidade e o aumento da vida útil do pneu. “O proprietário do carro fotografado com um pneu com baixíssima pressão (note o outro pneu, aparentemente com a pressão correta) não deve ter o hábito de calibrar os pneus regularmente, o que levará a um desgaste prematuro e irregular do pneu, além da redução da estabilidade e aumento de risco de maiores danos à carcaça”, informa Quadrelli.
Certo – Verificar a pressão, no mínimo, duas vezes ao mês, antes de viajar e sempre que houver alteração na carga.
Errado – Pressão abaixo do recomendado pelo fabricante do veículo.

FOTO: carro com um dos pneus baixos.
3. Especificação do Fabricante
A alteração do pneu original do veículo por pneus maiores e ou diferentes das indicadas pelos fabricantes dos veículos causa problemas de desgaste, dirigibilidade e, muitas vezes, até mesmo, risco de cortes no pneu caso o pneu “arranhe” na lataria do veículo. O pneu usado pelo fusca “envenenado” da foto, poderá gerar problemas de estabilidade e avarias na suspensão.
Certo – Obedecer à especificação do fabricante.
Errado - Pneu não especificado para o veículo (medida, tipo, índice de carga e de velocidade, etc..).

FOTO: pneu de carro “envenenado”, largo, fora da lataria.


4. Pneu off-road X Pneu cidades 
A utilização de pneus off-road em cidades, ou mesmo, vice-versa, pode trazer inúmeros danos aos pneus, além de provocar maior consumo de combustível e reduzir a vida útil do pneu. No caso de pneus off-road com ranhuras grandes em carros para cidades, há a diminuição da área de contato/diminuição da ação de frenagem, aumento de ruído, desgaste irregular. No caso de pneus para cidades (street) usados em trilhas, ocorre a falta de tração, avarias na rodagem (cortes, picotamentos, arrancamentos). “Obviamente, ninguém está impedido de rodar com pneus inapropriados para um determinado piso, mas é importante que o consumidor entenda as perdas e os riscos que isto trará ao pneu e à segurança dos ocupantes do veículo”, comenta Quadrelli.
Certo – Pneu adequado ao uso principal.
Errado - Usar tipo de rodagem inadequada para a condição de uso do veículo (asfalto, terra, etc..).

FOTO:  veículo com pneu grande (off-road) rodando no asfalto.
5. Pneus do mesmo tipo
Na substituição de um pneu furado, ou mesmo, de um pneu que já está desgastado, é fundamental se instalar o mesmo modelo e marca de pneu em um mesmo eixo. Isto porque todos os modelos de pneu são diferentes um do outro, apresentando uma construção e disposição de lonas bastantes distintas, para atender às necessidades específicas determinadas pelo fabricante. O Gerente da Engenharia de Vendas da Bridgestone Firestone, informa que “utilizar pneus diferentes no mesmo eixo poderá provocar um desgaste irregular, além de comprometer a estabilidade em situações críticas”.
Certo - Na troca, no mínimo, montar modelos iguais no mesmo eixo.
Errado - Pneus diferentes no mesmo eixo.

FOTO: carros que usam pneus claramente diferentes.



6. Pneus novos no eixo traseiro do veículo
Contrariando uma prática comum, os pneus mais novos devem ser instalados sempre no eixo traseiro, e não na frente.  Isto porque, testes demonstraram que o risco de um acidente pela perda de aderência dos pneus traseiros é sempre maior. “A perda de aderência nos pneus dianteiros é sempre mais controlável pelo motorista, que pode utilizar o volante, o freio e o acelerador para compensar o problema”, comenta José Quadrelli.
Certo – Manter pneus mais novos no eixo traseiro sobre o qual o motorista não tem controle.
Errado - Pneus mais novos na frente.

FOTO: o pneu traseiro está com maior desgaste.
7. Alinhamento e Balanceamento
O alinhamento e o balanceamento são necessários para evitar o desgaste irregular dos pneus e garantir a estabilidade e a melhor dirigibilidade ao veículo. Além disso, aumenta a vida útil do pneu. “Junto com a calibragem, esses dois cuidados podem garantir uma importante sobrevida ao pneu e garantir a segurança de seus ocupantes”, lembra Quadrelli.
Certo – Alinhar e balancear a cada 10 mil quilômetros, quando há troca de peça da suspensão, desgaste irregular do pneu ou após ter caído em um buraco (forte impacto).
Errado – Veículo sem alinhamento e balanceamento das rodas.
               
8. Rodízio de pneus
O rodízio dos pneus deve ser feito periodicamente para eqüalizar o desgaste. Como exemplo, em veículos de tração dianteira os pneus dianteiros tendem a se desgastar mais rapidamente que os traseiros e o rodízio periódico fará com que todos os pneus tenham um desgaste mais uniforme, mantendo as suas características iguais. 
Certo – Fazer rodízio dos pneus a cada 8 mil kms (diagonal, a cada 5 mil kms).
Errado – Não fazer rodízio.
9. Limpeza dos pneus
Ao lavar o veículo, o aconselhável é apenas fazer a lavagem com água e sabão. “É muito importante evitar o contato com produtos derivados do petróleo, mesmo ao abastecer o veículo em postos de gasolina” informa o Gerente da Bridgestone Firestone. “Se houver contato dos pneus com qualquer tipo de solvente, é importante lavar o pneu com água e sabão”. 
Certo – Limpar lateral do pneu com água e sabão.
Errado - Limpar lateral do pneu com produtos derivados de petróleo (pneu pretinho), pois deteriora a borracha.

FOTO: lavando o pneu com água e sabão.



FOTO: passando pretinho no pneu.
10. Direção Correta
Evite manobras imprecisas que acabe por encostar ou raspar o pneu em guias, que causarão desgaste do pneu e alto risco de ranhuras e cortes no pneu. “A história das competições automobilísticas comprovam que os grandes campeões tinham, antes de tudo, a virtude de conseguir conservar seu equipamento e seus pneus para chegar à frente ao final da prova”, lembra Quadrelli. “Essa mesma prática deve ser adotada no nosso dia-a-dia. Uma batida em um guia, buraco ou lombada poderá significar um dano irreversível ao pneu”.  
É importante manter uma direção segura sem frenagens bruscas e manobras radicais.
Certo – Evitar subir na guia, ou encostar a roda e subir vagarosamente. 
Errado - Subir em guias sem cuidado, principalmente com o veículo pesado ou com pressão baixa. Direção agressiva, atacando curvas, lombadas, guias. Frear bruscamente e desnecessariamente – deixar pneu “quadrado”.


FOTO: carro “empurrando” a roda na guia.


11. Sobrecarga
A capacidade de carga do pneu recomendada pelo fabricante deve ser respeitada para evitar que o excesso de peso traga desgaste irregular do pneu, maior probabilidade de danos ao pneu (furo, estouro), além de diminuição da dirigibilidade do veículo. “Ajuste a pressão ao valor recomendado pelo fabricante do veículo, sempre que carregar o carro e, novamente, quando ele estiver descarregado”, alerta o Gerente da Bridgestone Firestone. 
Certo – Obedecer às especificações de limite de carga do fabricante.
Errado - Sobrecarga do veículo.
        
 FOTO: carro ultra pesado, cheio de gente, com bagagem em cima do carro.
12. Manual do Proprietário
As indicações do manual do proprietário do veículo devem ser seguidas, uma vez que são as recomendadas pelos engenheiros que desenvolveram o projeto do carro e que indicam as orientações mais adequadas para o melhor uso do veículo. “As condições gerais de um veículo terão impacto direto no desgaste dos pneus”, lembra Quadrelli. “Carro desequilibrado e mal conservado é sinônimo de vida curta para os pneus”, alerta. 
Certo – Obedecer às manutenções indicadas no manual do proprietário.
Errado – Não fazer manutenção preventiva do veículo.
13. Conserto de pneus
O conserto dos pneus deve ser feito definitivamente e a quente. Consertos provisórios como denominado “macarrão” é apenas provisório e pode trazer danos aos pneus em curto prazo. “Tem sido alarmente o número de consumidores que rodam indefinidamente com um conserto provisório”, informa Quadrelli. “que pode se desprender a qualquer instante com conseqüências imprevisíveis para o pneu, bem como para o carro e seus ocupantes.
Certo – Conserto a quente
Errado – Conserto de furos inadequado e provisório (macarrão/a frio)

FOTO: aplicação do “macarrão”.
Retirado de Bridgestone

Carro elétrico consegue se recarregar com energia vinda dos pneus


Empresas tentam encontrar um equilíbrio entre praticidade e desempenho em veículos elétricos. Buscando meios de fazer com que os carros continuem rodando por longas distâncias sem poluir o ambiente, cientistas japoneses encontraram um jeito de recarregar as baterias de veículos elétricos através do movimento de suas rodas.
Cientistas da Universidade Toyohashi, no Japão, tiveram uma ideia quase sem custos e que não necessitará de grandes alterações nos veículos. Usando do aço presente dentro dos pneus, o carro poderia capturar eletricidade disponibilizada por eletrodos instalados embaixo do asfalto. Com o movimento das rodas, os pneus se transformariam em bobinas que enviariam energia para o motor.

Aumento na autonomia dos veículos

O estudo foi testado em uma escala de 1/32, mostrando resultados satisfatórios para os cientistas japoneses. O carro circulou sem problemas, com uma eficiência de captura de eletricidade de até 75%, sem usar qualquer tipo de fios.
Para os cientistas da Universidade Toyohashi, os planos são de que, no futuro, estradas estejam preparadas para abastecer carros elétricos, diminuindo o número de baterias dentro dos veículos. Essas baterias seriam ativadas somente em vias em que não existisse o abastecimento de energia sem fio.



Fonte: Toyohashi UniversityInovação Tecnológica













01 outubro, 2012

O que fazer com pneus velhos? Concurso da Continental quer saber a sua ideia


Pneus “inservíveis”, como são chamados aqueles que não tem mais condições de uso, demoram muito para se decompor na Natureza, além do problema de acumulo de líquidos caso armazenados de forma incorreta. É por isso que aqui no eco4planet já vimos artistas reaproveitando esse material para construir móveis e joias ou até embutindo no asfalto.
Pensando em buscar ideias ainda mais criativas, a Continental Pneus lançou o “Prêmio Futuro Sustentável Continental”, destinado aos estudantes de bacharelado em qualquer curso de engenharia (seja de instituição pública ou particular) que levará os vencedores para um estágio de 15 dias no departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa na Alemanha!
Para participar, forme um grupo de quatro estudantes mais um professor orientador, preencha a ficha disponível no www.premiocontinental.com.br , e crie um projeto com o tema “Soluções inovadoras que possam contribuir para a sustentabilidade, uso ecológico, gestão ou reutilização de pneus inservíveis” (até 25 páginas, formatado nas normas ABNT)
Então envie a ficha, o comprovante de matrícula dos membros da equipe em instituição de ensino superior e o projeto para o e-mail premiocontinental@conti.com.br ou, se preferir, para o seguinte endereço: Continental do Brasil Produtos Automotivos Ltda, Rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, s/n Km 66,6, CEP 13212-240, cidade de Jundiaí – São Paulo, aos cuidados de “Prêmio Futuro Sustentável” (não é necessário o envio de protótipo). Você pode enviar quantos projetos quiser até 31 de Outubro de 2012.
Uma comissão julgadora elegerá os cinco melhores projetos que passarão para a segunda fase na qual as equipes farão uma apresentação de até 20 minutos e o melhor projeto será escolhido. Além do estágio na Alemanha para os estudantes vencedores, o professor que os orientou ganhará um iPad.
Participe! Mais informações e regulamento completo você vê no www.premiocontinental.com.br

28 setembro, 2012

Engenheiros espanhóis criam barreira acústica com pneus reutilizados


Uma nova técnica para minimizar o ruído dos carros na estrada foi desenvolvida por pesquisadores espanhóis. Eles reutilizam pneus velhos para construir barreiras acústicas.
O isolamento de som é geralmente feito com muros de concreto nas estradas próximas aos grandes centros urbanos. A construção tanto pode minimizar o barulho que chega às casas, como isolar as pistas.
A técnica utiliza os pneus como matéria-prima, dessa forma confecciona os painéis com um gasto mínimo dos recursos naturais. Eles podem ser montados como um muro pré-moldado.
Além de ser benéfico para a natureza, o material produz uma barreira acústica mais eficiente do que as convencionais, pois absorve melhor os ruídos e é mais leve, o que reduz os custos na construção.
De acordo com o site Inovação Tecnológica, embora o desenvolvimento das proteções acústicas desse projeto seja feito para as rodovias, a mesma matéria-prima pode ser utilizada para outros fins similares.
Chamado de EKOPAN, o projeto é financiado pela União Europeia e integra uma série de pesquisas para dar novas destinações aos pneus reciclados. Os experimentos mostraram que os painéis de isolamento acústico realmente funcionam, agora os engenheiros buscam levar o produto até o mercado.
Uma das estratégias realizadas no momento pelos pesquisadores do Instituto Tecnalia é fazer testes para produzir as barreiras em escala industrial e para, finalmente, o produto ser instalado nas estradas. Com informações do Inovação Tecnológica.