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22 setembro, 2015

ESTEPES TEMPORARIOS. CONTRA OU A FAVOR

Estepe Temporário
No Salão do Automóvel de Frankfurt, uma análise corriqueira da imprensa local nos chamou a atenção. Logo depois de olhar o carro exposto, o próximo passo era abrir o porta-malas para avaliar se o espaço havia sido prejudicado pelo estepe. Por lá, ou os estepes eram do tipo temporário ou nem mesmo existiam.
Bentley Bentayga - Porta-malas
Chamados na Europa de compact spare (estepes compactos), este é um item nos carros que vem causando muita polêmica aqui no Brasil.
Para entender melhor a ideia inicial do estepe, voltamos um pouco na história. A palavra estepe vem do termo inglês step tyre ou “pneu do estribo”,  isso porque os antigos automóveis costumavam trazer o pneu sobressalente (tyre) sobre o estribo lateral (step). Com o tempo, o design dos carros foi aperfeiçoado, o que retirou aquela roda da lateral, o passando para a traseira e posteriormente para dentro do porta-malas. Sim, há os aventureiros que carregam a roda pendurada na tampa do porta-malas.
Na Europa, a racionalidade prevalece sobre a aparência. Tanto é que o mesmo Ecosport vendido aqui no Brasil é oferecido lá com a tampa traseira limpinha. 
EcoSport 2016 - Frankfurt
Várias soluções para o estepe foram pensadas, sendo que a mais comum atualmente no Velho Continente é justamente o uso do estepe temporário, também chamados de compact spare ou mini spare. São pneus com dimensões diferenciadas, geralmente com larguras de seção bem reduzidas e perfis altos, com diâmetros internos maiores, construídos especificamente para serem usados temporariamente em caso de danos nos pneus rodantes. Identificar um pneu temporário não é difícil: sua nomenclatura carrega a letra “T” antes da dimensão.
Estepe temporário - Continental
“O assunto é controverso por várias razões. A importância de se ter um pneu reserva é indiscutível, uma vez que os pneus estão sujeitos a danos e consequente inadequação ao uso por falta de pressão. Por outro lado, levar um conjunto roda-pneu a mais nos força e carregar um considerável peso morto dentro do veículo, em tempos de um mercado que exige máxima eficiência energética dos carros. Somamos a esse argumento a questão do espaço demandado para levar este conjunto, quando temos veículos cada vez mais compactos”, explica Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus Mercosul.
Aqui no Brasil, o uso de pneus temporários têm ganhado força nos últimos anos país graças às demandas do programa Inovar-Auto do Governo Federal e da crescente exigência dos motoristas brasileiros por veículos econômicos. E, obviamente, aumentou também a discussão sobre o assunto.
Há argumentos pró e contra tanto por parte dos consumidores, das montadoras e dos fabricantes de pneus. Favoravelmente, os estepes compactos reduzem o peso do conjunto sobressalente em 60% ou mais, são menos visados por ladrões, podem ser usados mais de uma vez, substituem os pneus rodantes mesmo em casos de avarias em suas laterais e dificilmente o consumidor precisará adquirir outro pneu temporário durante a vida útil do veículo.
Hyundai HB20 estepe de liga
Por outro lado, o consumidor tem uma sensação inicial de perda, uma vez que, por ter dimensões menores, o compact spare não pode ser usado para integrar o rodízio tradicional de pneus. Quem roda muito, quando troca os pneus já gastos tem que comprar quatro pneus novos e não três. Já os principais benefícios para quem compra um carro com esta versão de estepe reside no melhor aproveitamento de espaço interno do veículo, permitindo otimizar a área dedicada às pessoas e também às bagagens além da redução do consumo de combustível e da emissão de CO2 durante toda a vida útil do veículo.
Os que são contrários aos estepes compactos alegam ainda que eles provocam tendência direcional nos veículos – o que é proposital, em razão do perímetro de rodagem diferente – e também restrições em relação à velocidade.
“Independente dos argumentos, o fato é que nenhuma solução é definitiva: os pneus temporários, as tecnologias run-flat ou mesmo os nossos tão conhecidos pneus sobressalentes iguais aos rodantes (full spare, em inglês) possuem vantagens e limitações”, comenta Rafael Astolfi.
Só para ilustrar o que acontece em mercados mais amadurecidos, hoje, nove em cada dez carros vendidos na Grã Bretanha já não utilizam mais o estepe convencional. Segundo Rafael Astolfi, independente das opiniões divergentes, a gradativa substituição do estepe tradicional por alternativas como os compact spares ou pneus com a tecnologia run-flat é uma tendência irreversível. “Caminhamos a passos largos em direção a veículos de propulsão híbrida, onde os motores e baterias ocupam muito espaço, e também para os veículos autônomos. Pneus sobressalentes full spare definitivamente não se encaixam nesse perfil”, conclui o especialista da Continental Pneus.
E você, é a favor do estepe temporário ou prefere uma roda com pneu exatamente na mesma dimensão como estepe?                                                                                                                             MATERIA ORIGINAL COPIADA DA PAGINA DA CARPLACE

03 setembro, 2015

ETIQUETA DO IMETRO EM PNEUS

A partir de outubro de 2016, todos os pneus vendidos no Brasil, sejam eles fabricados em solo nacional ou importados, deverão contar com etiqueta informando três critérios de eficiência: resistência ao rolamento, aderência no molhado e ruído externo. A obrigatoriedade é regulamentada pela Portaria 544/12 do Inmetro, os produtos que não atingirem os critérios mínimos não serão comercializados. Confira como as etiquetas ajudarão o condutor a escolher o pneu adequado à sua necessidade e ao seu veículo na hora da compra e a importância do item para a segurança.
Gerson Burin, coordenador técnico do Cesvi Brasil, afirma que com a implantação das etiquetas será possível comparar produtos. Os três critérios serão dispostos em escalas. A resistência ao rolamento e a aderência ao piso molhado serão classificados de A a G e o ruído será representado em decibéis. “Assim, o pneu com resistência ao rolamento mais baixa possível será o de letra A, a melhor classificação quanto à aderência do pneu em pavimento molhado também é a letra A, e o ruído será apresentado por um número em decibéis e quanto menor for o número, mais silencioso é o pneu”, explica.
A medida deve contribuir para a segurança viária, de acordo com o coordenador, ao indicar qual pneu adequado, por exemplo, para pavimento molhado. “Quanto melhor o índice [de A a G], maior a aderência do pneu em pavimentos molhados, o que contribui para uma maior segurança nos casos de condução do veículo na chuva”, sugere.
Burin esclarece que pneus com maior resistência (letra G) consumirão mais combustíveis. “A resistência ao rolamento está relacionada à eficiência energética e ao consumo de combustível de veículos. Quanto maior for a resistência à rolagem, maior será o consumo do combustível em função das deformações do pneu durante a rolagem. Quanto menor for a resistência à rolagem ( classificação A), menor será o consumo.

18 agosto, 2015

TIPOS DE PNEUS

PNEUS SEM AR

 A empresa de pneus sul-coreanaHankook vem trabalhando em um pneu paracarros que não precisa ser preenchido com ar. Chamados de iFlex, os pneus são construídos com materiais amigáveis à natureza e se sustentam graças a uma combinação de engenharia e design. Dessa maneira, as camadas de plástico geram sustentação, o que faz com que não seja necessário inflar o pneu com ar.
A empresa acabou o trabalho na quinta geraçãode seu protótipo recentemente. Diferente das anteriores, a nova é capaz de usar rodas tradicionais para se ligar a um carro. Com o uso da tecnologia, pneus furados podem ser coisa do passado.
Bridgestone, gigante do setor de pneus, já mostrou esforços na mesma direção. A base do projeto é parecida, usando distribuição geométrica de materiais para se criar sustentação.Pneus iFlex, da sul-coreana Hankoook

Recorde de reciclagem de pneus no 1º semestre

O volume de pneus reciclados no Brasil atingiu as 236,6 mil toneladas no primeiro semestre deste ano, equivalente a 47,3 milhões de pneus de passeio, representando recorde para o período e aumento de 6,1% sobre igual intervalo do ano passado, quando foram coletadas quase 223 mil toneladas, segundo dados divulgados pela   Reciclanip, entidade responsável pela atividade no País e vinculada ao Sistema     Anip, Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos.

Segundo a entidade, desde o início do programa, em 1999, até junho, foi retirado de circulação o equivalente a 670 milhões de pneus de passeio, com custo de R$ 748,4 milhões pagos pelas fabricantes de pneus instaladas no País.

“Este ano a entidade, por meio de seus associados, investirá cerca de R$ 105 milhões, valor superior ao investido no ano passado. Atualmente os custos são de responsabilidade exclusiva dos fabricantes, o que onera inclusive a parcela de pneus destinados à exportação e não envolve os outros participantes da cadeia. O nosso objetivo é um acordo setorial que distribua o custo do processo de destinação competitiva a todos os participantes da cadeia, desde fabricantes a revendedores e consumidores”, afirma o gerente geral da Reciclanip, Cesar Faccio. 

Nos valores investidos para a destinação correta de pneus denominados como inservíveis estão inclusos a taxação sobre o setor de reciclagem de pneus. Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da consultoria LCA estima que a incidência tributária sobre a coleta, triagem, transporte e reciclagem dos pneus custou R$ 9,3 milhões ao setor em 2013 e cerca de R$12,1 milhões no ano passado. Segundo a Reciclanip, a desoneração dos resíduos sólidos, além de estimular seu uso como matéria prima, contribuiria para baixar o custo gerado na logística reversa onerosa dos pneus, da mesma forma que o de outros produtos. Com isso, a borracha resultante da reciclagem do pneu se tornaria mais competitiva, estimulando seu uso. 

O executivo explica que com a desoneração total de impostos e taxas, inclusive do ICMS pelo transporte de pneus inservíveis inteiros ou triturados, a matéria prima resultante pode competir com o produto virgem na fabricação de artefatos e ter sua utilização ampliada nas ruas e estradas brasileiras por meio do asfalto borracha. “Nosso intuito é adotar um sistema similar ao da Europa, onde o custo é coberto por uma taxa paga pelo consumidor na hora da aquisição do pneu, o que divide a responsabilidade por toda a cadeia e também os importadores independentes, parte dos quais não realiza o recolhimento.”

28 maio, 2015

ALINHAMENTO E BALANCEAMENTO DOS PNEUS

Se o volante do seu carro apresenta trepidação fora do normal quando atinge os 60 km/h, puxa para um lado e os pneus cantam em baixa velocidade, é sinal de que o seu possante precisa visitar uma oficina para passar por um alinhamento e balanceamento. Além de deixar o veículo estável, garantindo a segurança, os dois serviços são fundamentais para prolongar a vida útil dos pneus, evitar o desgaste excessivo de peças e gerar economia de combustível.
O alinhamento de rodas tem o objetivo de deixar o volante centralizado, evitando que ele venha a puxar mais para um dos lados. Outra finalidade é fazer com que as rodas fiquem paralelas entre si, permitindo que a banda de rodagem dos pneus toque a pista de maneira igual quando o veículo estiver em movimento. Hoje, com equipamentos modernos, as lojas já realizam o serviço com a ajuda do sistema 3D, que faz o reconhecimento das rodas através da leitura computadorizada.
“É recomendável levar o carro para alinhar e balancear a cada 10 mil quilômetros. Mas, como nossas ruas e avenidas são bastante esburacadas, sempre que passar por um buraco mais profundo e que provoque uma pancada mais forte, deve procurar um mecânico para saber se houve dano”, 
Já o balanceamento é realizado para equilibrar a má distribuição de massas entre o pneu e a roda. “Um carro com as rodas desbalanceadas vai apresentar trepidação e vibração do volante. Isso ocorre porque os pneus literalmente saltam na pista e acarretam um desgaste irregular não só dos pneus, como de componentes da suspensão". Para compensar esse desequilíbrio são colocadas pequenas placas de chumbo na borda da roda que apresenta a desigualdade de peso. Essa medida faz com que as rodas voltem a ter a mesma distribuição de massas. Os serviços duram em média 40 minutos.
Especialistas recomendam que, sempre que realizar alinhamento e balanceamento, o motorista deve fazer o rodízio de pneus, que consiste em colocar o jogo de trás para rodar na frente e vice-versa. Isso deve ser feito porque os pneus que ficam na na frente se desgastam mais rápido. Com o rodízio, todos terão um desgaste por igual. JORNAL DO COMERCIO

27 abril, 2015

A Pirelli agora é Chinesa

“A Pirelli é italiana e vai continuar sendo.” Na última semana, esta frase se tornou uma espécie de mantra e foi incorporado ao vocabulário de funcionários de quase todos os escalões que transitam pelos corredores do suntuoso Il Grattacielo Pirelli, em Milão, onde fica o quartel general da fabricante de pneus. O coro foi puxado por ninguém menos que Marco Tronchetti Provera, CEO da Pirelli, na segunda-feira 23, logo após o anúncio da venda do controle da empresa para a estatal China National Chemical Corp. (ChemChina), do setor petroquímico e pneumático.
O valor da transação pode atingir até € 7,1 bilhões, levando-se em conta a oferta de € 15 por ação. Um autêntico negócio da China para quem obteve faturamento de € 6 bilhões em 2014. O negócio envolveu os chineses, o grupo financeiro Camfin e a poderosa Rosneft, o maior conglomerado de petróleo e gás da Rússia. A demonstração de apreço às raízes não é algo novo em se tratando de uma empresa europeia que sucumbe diante do avanço de forasteiros. Especialmente os oriundos da Ásia, que vêm aproveitando os momentos de fraqueza do euro, como o atual, para adquirir ativos do continente.
Foi assim com a sueca Volvo, que foi comprada pela americana Ford e anos depois foi repassada à chinesa Geely. “A Pirelli ganhou um acionista de maioria chinesa, mas seu cérebro e seu coração continuam na Itália”, disse Provera, em mensagem dirigida aos empregados. Por cérebro e coração entenda-se o quartel-general e o centro de Pesquisa e Desenvolvimento, respectivamente. Demissões também estão descartadas, para alívio dos cerca de 38 mil funcionários espalhados por todos os cantos do planeta. Se levarmos em conta a experiência das demais transações do tipo, a troca de controle não deverá alterar substancialmente o dia a dia da empresa.
“Provera recebeu carta branca para continuar agindo e ficará no posto até 2021”, contou uma fonte da subsidiária da Pirelli na América do Sul que pediu para não ter o nome revelado. O acordo também prevê uma espécie de “pílula de veneno” que, na prática, impede que os chineses tenham acesso à tecnologia que ajudou a transformar a Pirelli na quinta maior fabricante de pneus do mundo. Isso porque os chineses precisarão de 90% de votos favoráveis dos acionistas, caso desejem partilhar a tecnologia italiana. Pelo lado dos italianos, o acordo é visto como a chance derradeira de a marca, finalmente, avançar na China, o maior mercado automotivo do planeta e que deverá continuar crescendo de forma exponencial.
Mesmo ciente desta grandiosidade, a Pirelli só desembarcou por lá em 2005. Ao contrário dos italianos, a divisão da estatal ChemChina, a China National Tire & Rubber, é uma potência local e pode ajudar a virar o jogo em favor dos italianos. É que, hoje, a região Ásia-Pacífico, que inclui também o Japão, colabora com 10% das receitas da Pirelli. A maior fatia, 34%, é obtida na América do Sul, com destaque para o Brasil, onde a empresa é líder de mercado com participação de aproximadamente 35% e mantém quatro fábricas: Feira de Santana, na Bahia, Gravataí, no Rio Grande do Sul, Campinas e Santo André, ambas no Estado de São Paulo.
Estas unidades são vistas como um dos motores de crescimento da empresa no mundo. Prova disso é que elas vão receber R$ 1 bilhão de investimentos no período 2014-2016. A verba servirá para converter a totalidade da linha de produtos para a categoria Green. São pneus projetados para ajudar a economizar combustível, reduzindo as emissões de dióxido de carbono (CO2). Uma das estrelas deste portfólio é o pneu que usa sílica extraída da palha de arroz, em vez da areia. O processo produtivo foi desenvolvido no Brasil. Desde 2009 já foram comercializados um milhão de pneus, no mundo, com este composto.                                                                                                                                                                     

27/03/2015 20:00

  • // Por: Rosenildo Gomes Ferreira

04 abril, 2015

No futuro, pneus poderão gerar energia elétrica para o carro

Em busca de alternativas sustentáveis para gerar energia, a Goodyear desenvolveu um pneu capaz de gerar energia para veículos elétricos ou híbridos.
O protótipo utiliza 2 novos tipos de materiais para abastecer uma bateria.
O primeiro usa o calor do interior do pneu, tanto parado como em movimento, enquanto o segundo transforma a pressão e as vibrações da pista em energia elétrica.
Além de ser fonte de combustível, os componentes forma uma rede tridimensional que suporta o peso do automóvel, o que poderia substituir os atuais "run flat", que são capazes de rodar por até 80 quilômetros mesmo furados.
Embora não tenha nenhuma previsão de fabricação, a tecnologia servirá de "Pneu poderá recarregar bateria de carros elétricos (Foto: Divulgação)", Do G1, em São Paulo

Continental lança campanha multimédia sobre parceria com Adidas

Continental lança campanha multimédia sobre parceria com Adidas

O fabricante de pneus Continental acaba de lançar uma campanha multimédia sobre a aderência do calçado Adidas, fabricado com compostos inovadores de borrachas produzidos pela empresa alemã de pneumáticos.

Em comunicado, a Continental recorda que foram estabelecidos três recordes na maratona masculina utilizando estes compostos, os quais surgem já em mais de 80 modelos de sapatos para corrida, caminhada e desporto, já no mercado.
ContinentalAdidas1

Pneus da Continental calçam veículos do filme Velozes e Furiosos 7

A Continental, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, firmou uma nova parceria com a Universal Pictures para ser o pneu oficial da bem-sucedida franquia “Velozes e Furiosos 7”, que estreia no Brasil na próxima quinta-feira, 2 de abril.
 
“Fornecemos nossos pneus para a produção de Velozes e Furiosos pela primeira vez em 2009. A iniciativa é parte da estratégia, inicialmente traçada pela Continental nos Estados Unidos, de utilizarmos a indústria do entretenimento como plataforma de divulgação dos diferenciais de alto desempenho de nossos pneus que, por assegurarem uma performance superior em todos os requisitos presentes em veículos projetados para altas velocidades, são equipamento original dos modelos esportivos das principais montadoras mundiais”, explica Carolina Wagner, gerente de marketing da Continental Pneus para o Mercosul. Ela destaca a importância desta parceria para o mercado local ao lembrar que o Brasil, com 54 milhões de seguidores somente no Facebook, reúne o maior fã clube mundial da franquia.
 
Como parte das ações de celebração dos 100 anos da marca americana do grupo Continental, diversos veículos foram calçados com pneus General Tire, entre eles o  ultra high performance G-MAXTM AS-03; a opção all-terrain GRABBERTM AT2; e o consagrado off-road Red Letter GRABBERTM.
 
Embalados pela alta octanagem, os espectadores poderão conferir  os pneus esportivos da marca Continental, como o ContiSportContactTM 2 e ContiCrossContactTM UHP, ambos em destaque no cartaz do filme. Tendo como foco modelos de alta performance de grandes marcas, bem como os motoristas que valorizam a condução esportiva, o ContiSportContactTM 2 oferece máxima segurança em condições de direção altamente esportivas.
 
Já o ContiCrossContactTM UHP, projetado especialmente para utilitários esportivos de alta performance, é aprovado para velocidades superiores a 270 km/h. Sua estrutura reforçada assegura a rigidez necessária para otimizar a resposta tanto nas acelerações como nas frenagens e os ângulos assimétricos laterais geram grande estabilidade nas curvas.
 
Dirigido por James Wan, “Velozes e Furiosos 7” é uma das mais esperadas estreias do ano, além de ser o último filme de Paul Walker, que morreu na época das filmagens. Para dar prosseguimento às gravações, paralisadas durante quatro meses, o ator foi substituído por seus irmãos Caleb e Coby Walker nas últimas cenas. A produção ainda conta com Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham, Michelle Rodriguez, Kurt Russell, Lucas Black e Jordana Brewster no elenco. Com roteiro de Chris Morgan e Gary Scott Thompson, o filme tem estreia marcada para 2 de abril de 2015 nos cinemas brasileiros.
 
Confira os trailers oficiais de “Velozes e Furiosos 7” nos links:
 
Trailer #1 – https://www.youtube.com/watch?v=hujU0dw6Erk&feature=youtu.be
 
 Trailer #2 - https://www.youtube.com/watch?v=pgodQwuynaY&feature=youtu.be
Resultado de imagem para continental
 
Grupo Continental
 
A Continental desenvolve tecnologias inteligentes para o transporte de pessoas e de bens.  Como uma parceira confiável, a fabricante internacional de pneus, fornecedora automotiva e colaboradora industrial, oferece soluções sustentáveis, seguras, confortáveis, customizadas e acessíveis. Em 2014, a companhia gerou vendas preliminares de aproximadamente € 34,5 bilhões com suas cinco divisões - Chassis & Segurança, Interior, Powertrain, Pneus e ContiTech. A Continental emprega mais de 190 mil pessoas em 49 países.
 
Divisão de Pneus
 
A Divisão de Pneus possui atualmente 24 locais de produção e desenvolvimento em todo o mundo. A ampla gama de produtos e os contínuos investimentos em pesquisa e desenvolvimento trazem uma imensa contribuição à mobilidade com custo-benefício e eficiente ecologicamente. Como um dos principais fabricantes de pneus do mundo, com mais de 44 mil colaboradores, a Divisão de Pneus alcançou vendas de € 9,6 bilhões em 2013.
 
Pneus para veículos de passeio e comerciais leves
 
A Continental é um dos principais fabricantes de pneus para veículos de passeio e comerciais leves da Europa e o quarto maior fornecedor do mundo de pneus para veículos de passeio e comerciais leves nos segmentos de equipamento original e reposição. O foco de desenvolvimento de produtos da marca premium Continental é otimizar todas as características relevantes para a segurança, minimizando simultaneamente a resistência ao rolamento.
www.continental-reifen.de
 
Patrocínio
 
A Divisão de Pneus da Continental é patrocinadora oficial da Liga de Futebol da Alemanha, da Major League Soccer nos Estados Unidos e no Canadá, da Copa da Ásia 2015 e da UEFA EURO 2016TM na França. www.ContiSoccerWorld.de
 
 

Pneus vendidos no Brasil terão etiqueta do Inmetro a partir de 2016

Por meio da Portaria 544/12 do Inmetro, todos os pneus vendidos no Brasil a partir de outubro de 2016, sejam eles fabricados em solo nacional ou importados, deverão ser etiquetados com três critérios de eficiência: resistência ao rolamento, que influencia a eficiência no consumo de combustível, aderência no molhado e ruído externo. A medida deverá ajudar o consumidor a esclarecer possíveis dúvidas na hora de escolher o pneu mais adequado para seu veículo.
O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) é regulamentado pelo Inmetro, padroniza a aplicação de etiquetas com o objetivo de fornecer informações sobre o desempenho dos pneus, considerando atributos como eficiência energética, segurança e impacto ambiental, que podem influenciar a escolha do consumidor, possibilitando decisões de compra mais conscientes.
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Dentre os três critérios definidos pelo INMETRO, a Resistência ao Rolamento está relacionada à eficiência energética e ao consumo de combustível de veículos. Ou seja, quanto menor o consumo, menor o impacto no meio ambiente, pois reduz a emissão de CO2. Já a aderência ao piso molhado é um indicador do desempenho de segurança de um pneu e fornece informações no que diz respeito à aderência em pisos molhados. Por fim, o Ruído Externo, medido em decibéis, traz informações importantes sobre o nível de impacto no ambiente.
A etiqueta deverá ser aplicada em todos os pneus de construção radial para automóveis, picapes, utilitários esportivos, vans e caminhonetas, bem como nos de construção radial para caminhões e ônibus para aplicação nos serviços Regional, Regional Severo, Rodoviário, Urbano e Misto. Há exceções conforme o regulamento.
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Para os critérios resistência ao rolamento e aderência no molhado serão atribuídas graduações de A a G, de acordo com a eficiência nos testes para a aferição de ruído, haverá três ondas. Uma onda negritada significará o menor nível de ruído externo, enquanto as três ondas negritadas representarão o maior nível de ruído externo, de acordo com os resultados de testes de ruído externo.
É importante ressaltar que os critérios têm uma graduação mínima e, caso o produto esteja abaixo do limite estabelecido, não poderá ser vendido no Brasil, sendo de responsabilidade dos fabricantes, importadores de pneus, além de seus revendedores e distribuidores, assegurar que todos os pneus em oferta estejam com suas etiquetas no ponto de venda.
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A Goodyear considera fundamentais e promete entregar, além dos três critérios exigidos pelo Inmetro, aqueles que são direcionadores de compra dos consumidores, como quilometragem, dirigibilidade no molhado, frenagem no molhado, aquaplanagem em reta, aquaplanagem em curva, dirigibilidade no seco, frenagem no seco, resistência ao rolamento, ruído externo e ruído interno.
Segundo o cronograma divulgado, a partir de outubro de 2016 todos os pneus fabricados e importados deverão ser etiquetados, respeitando os limites mínimos. A partir de abril de 2017 todos os pneus comercializados por fabricantes ou importados deverão ser etiquetados, assim como os pneus do estoque do fabricante. A última etapa, prevista para abril de 2018, contempla todos os pneus comercializados no mercado local, envolvendo também os pneus do estoque da revenda.
Fotos: Renato Rebizzi/Divulgação

04 julho, 2014

170 ANOS DA PATENTE DE VULCANIZAÇÃO DA BORRACHA.

A Goodyear, umas das maiores fabricantes de pneus do mundo, comemora durante o mês de junho o 170o aniversário da patente de vulcanização da borracha de Charles Goodyear. Frank Seiberling, fundador da Goodyear, deu o nome “Goodyear Tire & Rubber Company” à empresa de pneus em homenagem ao inventor.
Em 15 de junho de 1844, Charles Goodyear recebeu uma patente pela sua revolucionária invenção. A descoberta aconteceu por acaso, quando Goodyear deixou acidentalmente exposta ao calor uma mistura de borracha com enxofre e chumbo. Ele notou que a borracha sem tratamento derretia no verão e congelava a ponto de se tornar sólida no inverno. O inventor então nomeou o processo de vulcanização, em homenagem a Vulcano, o antigo deus romano do fogo.



Sua patente afirma que a borracha "terá alteradas suas qualidades de forma a não ficarem amolecidas pela ação do raio solar ou do calor artificial ... nem serão deterioradas pela exposição ao frio." Charles Goodyear morreu em 1860, mas o processo de vulcanização ainda é utilizado e foi adotado por todas as grandes companhias de borracha e por muitos fabricantes de produtos de borracha
anhias de borracha e por muitos fabricantes de produtos de borracha


05 junho, 2014

Continental trabalha em sensores para gerenciar profundidade dos sulcos

Solução da empresa alemã seria um ganho em segurança e avisaria motorista na hora de trocar os pneus
 
A Continental está trabalhando em um novo dispositivo de segurança importante. Para medir o nível de desgaste dos pneus, a empresa alemã está desenvolvendo um sistema inteligente com sensores de pressão dentro da banda de rodagem dos compostos para medir a profundidade dos sulcos.

Este dispositivo mediria o uso constantemente do pneu, sua deformação e características de rolagem, enviaria estas informações para o eTIS, um sistema novo que vem sendo desenvolvido pela Continental para monitoramento eletrônico dos pneus que, por sua vez, avisaria o motorista a hora exata de adquirir novos compostos para o veículo.

Esta medida aumentaria a segurança dos veículos, acabando com as velhas desculpas dos desatentos com algo tão importante como a condição dos pneus do seu carro. O sistema deve ser disponibilizado para os consumidores em 2017.
( QuatroRodas)

22 maio, 2014

DUELO DE GIGANTES CONTINENTAL X MICHELIN

Em um teste comparativo batizado Duelo de Gigantes, a Continental mostrou vantagem de 4,6% em economia de combustível no confronto de seus pneus como outros fabricados pela Michelin. Num percurso de cerca de 20 quilômetros, um caminhão Volvo FH 460 com câmbio automatizado rodou a 60 km/h constantes com um jogo de pneus Continental, fazendo média de 2,28 km/h com um litro de diesel.

Em seguida, o mesmo veículo recebeu componentes Michelin e repetiu o percurso, chegando a 2,18 km/l. Supondo que esse caminhão rode 120 mil km por ano, poupará R$ 6.322,86 em 12 meses, considerando o preço do diesel a R$ 2,57. Se a frota tiver 50 veículos, haverá uma economia superior a R$ 316 mil, suficientes para a compra mais de 230 pneus novos.

A Continental fez ensaios na Alemanha com o pneu que fabrica no Brasil e também com os de outras marcas com presença local: Michelin, Pirelli, Bridgestone e Goodyear. “Escolhemos o Michelin para o confronto porque ele foi o mais econômico depois do nosso e também por essa imagem (de economia de combustível) que eles transmitem ao mercado”, afirma o diretor superintendente da Continental para o Mercosul, Renato Sarzano.

“Classificamos o mercado de pneus de carga em Premium, Value e Budget. Concorremos no segmento Premium, onde também está a Michelin”, afirma o executivo. Em entrevista, Sarzano afirmou que a Continental dobrará sua capacidade de produção de pneus para caminhões e ônibus na planta baiana de Camaçari (veja aqui). Segundo o executivo, a empresa tem hoje 6% desse mercado e quer chegar a 9% até o fim de 2017.





Para realizar a avaliação, a Continental levou a um campo de provas dois caminhões Volvo FH 460 6x2. É importante dizer que o teste não confrontava um caminhão contra o outro. Um deles (veículo de controle) rodava sempre com pneus Continental e servia para captar variações causadas por vento ou mudança de condições climáticas, por exemplo. Seus resultados ajudaram a compor as médias aferidas pelo outro caminhão.

Este segundo veículo foi o que rodou com as duas marcas. Na primeira bateria de testes, calçou pneus Continental. Os dois dianteiros e os 12 da carreta eram do modelo HSR2 SA. Os oito utilizados nos eixos traseiros do cavalo eram HDR2.

Na segunda bateria, recebeu pneus Michelin. Os dianteiros e os da carreta eram Multiway XZE. Nos eixos traseiros do cavalo estavam os XDE 2+. A medida utilizada em ambas as marcas foi 295/80 R22.5.

Para aferir o consumo, os veículos foram equipados com buretas, cilindros transparentes e graduados abastecidos com diesel antes de cada sessão de testes. A pressão utilizada em todos foi de 120 libras/pol².

08 maio, 2014

GOODYEAR ABRE INSCRIÇÕES PARA ESTAGIARIOS NO SEGUNDO SEMESTRE 2014

GOODYEAR ABRE INSCRIÇÕES PARA O PROGRAMA DE ESTÁGIO SEGUNDO SEMESTRE 2014


Inscrições para diferentes vagas e áreas, estarão abertas entre 06 de maio e 06 de junho no site da empresa





São Paulo, 08 de maio, de 2013 – A Goodyear, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, acaba de anunciar a abertura das inscrições para o Programa de Estágio 2014. A empresa oferecerá vagas para as áreas de Supply Chain, Comunicação interna, Trabalhista, Finanças, Marketing, Comércio exterior, Vendas, Treinamento, Planejamento, Meio ambiente e sustentabilidade



Os interessados podem se inscrever pelo site da empresa (www.goodyear.com.br), na seção Trabalhe Conosco. As inscrições estarão abertas entre 06 de maio a 06 de junho e as vagas oferecidas serão alocadas nos escritórios da companhia nas cidades de São Paulo e Americana. As etapas de seleção incluem testes online de inglês, excel e raciocínio lógico, além de dinâmica de grupo, painel com os gestores e entrevista individual. Os candidatos selecionados receberão benefícios compatíveis com o mercado, tais como: bolsa auxílio, férias remuneradas, vale refeição ou acesso ao refeitório (Americana), vale transporte, seguro de vida, assistência médica, odontológica e farmacêutica, e descontos na compra de produtos Goodyear.



A Goodyear sempre apostou no desenvolvimento desses novos profissionais e tem contado com o programa como estratégia para o crescimento da empresa. Ao longo do processo de estágio, os jovens passam por atividades como cursos e-learning e workshops presenciais. Com duração de até dois anos, o principal pilar do Programa de Estágio da Goodyear está na apresentação de um projeto aplicável aos negócios da companhia a cada um ano de estágio, sempre com a orientação dos gestores.



De acordo com a gerente sênior de Gestão de Talentos da empresa, Lilian Ruppel, o Programa de Estágio da Goodyear proporciona o desenvolvimento dos estudantes por meio da soma de aprendizados. “O foco do programa é proporcionar aos jovens profissionais uma vivência em ambiente corporativo que permita explorar suas experiências já adquiridas e desenvolvê-los dentro das equipes. Para a Goodyear, o valor de uma empresa está em seus diferentes talentos, por isso focamos na busca desses potenciais para então aliar suas experiências e aptidões para criar um time de sucesso”, diz Lilian.