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27 março, 2012

VOCÊ SABE QUAL É O MOMENTO CERTO DE TROCAR OS PNEUS?


A troca dos pneus é sempre um momento de dúvidas para os motoristas. Muitos não sabem se os dois jogos (dianteiros e traseiros) devem ser substituídos ao mesmo tempo. Outros acreditam que é possível recauchutar pneus velhos. E há ainda aqueles que entendem que o que importa é o prazo de garantia. O que se pode dizer é que existem muitas variáveis que podem determinar o momento certo para realizar a troca dos pneus.
José Carlos Quadrelli, gerente geral de engenharia de vendas da Bridgestone do Brasil, explica que a vida útil de um pneu depende de vários fatores. “Pode variar de acordo com o tipo de pneu (radial ou diagonal), com o volume de carga transportada, a maneira como o motorista conduz o veículo (freadas, arranque, curvas etc.), o tipo de estrada onde o veículo trafega, o clima, a manutenção correta e muitos outros aspectos”, salienta.
Desta maneira, o motorista pode adotar como principal indicativo de que é hora de substituir os pneus os indicadores TWI (Tread Wear Indicator). “São ressaltos de borracha que ficam nos sulcos dos pneus e possuem 1,6 mm de profundidade. Quando chegam ao seu limite, sinalizam que o pneu deve ser trocado, pois passou a ser considerado ‘careca’, interferindo na segurança e se tornando passível de autuação pelas autoridades de trânsito”, explica Quadrelli.
Os TWIs também servem para auxiliar o motorista para que este verifique se o pneu está com desgaste irregular, o que pode indicar a necessidade de se realizar procedimentos básicos de manutenção dos pneus, como calibragem, alinhamento e balanceamento, já que em alguns casos o pneu pode estar mais gasto em algum sulco do que nos demais. Por isso, é necessário ficar atento. Se o problema não for solucionado em tempo, corre-se o risco de reduzir a vida útil do pneu, acarretando em prejuízos. Sem contar que trafegar com os pneus no limite TWI total ou parcialmente, gera dificuldade de frenagem, prejudica a dirigibilidade, a aderência no solo e representa um grande risco para a segurança do motorista e de seus passageiros. A regra TWI só não é válida para pneus com bolhas, rasgos ou perfurações, que nestes casos devem ser substituídos imediatamente.
Outro ponto importante que gera dúvidas frequentes por parte dos motoristas se refere à quantidade de pneus a ser substituída. “O recomendado é trocar os quatro pneus ao mesmo tempo, caso tenham sido utilizados de forma uniforme. Isso possibilita que estejam todos nas mesmas condições. Porém, caso não seja possível a troca dos dois conjuntos, o par de pneus novos deve ser colocado no eixo traseiro, que é a responsável pela estabilidade do veículo”, recomenda Quadrelli.
No que se refere às especificações dos pneus, o ideal é seguir as orientações do manual do veículo. “O modelo descrito no manual é definido por meio de uma avaliação rigorosa, que envolve o peso do veículo, distância dos componentes, altura do veículo, potência do motor, comportamento dinâmico do veículo e outros aspectos importantes”, diz Quadrelli. Quando o pneu original é substituído por outro com especificações diferentes, pode comprometer o desempenho e segurança do veículo. O mesmo é válido para o uso de diferentes marcas de pneus num mesmo veículo. Não se deve misturar, cada marca tem características diferentes, como as ranhuras na banda de rodagem que tem grande influência na dirigibilidade especialmente em dias de chuva. As ranhuras são responsáveis pelo escoamento da água no contato com a pista.
Na hora de escolher um novo pneu, é necessário saber a largura, a altura (ou série) e o aro, além do índice de carga e símbolo de velocidade. Se o motorista não possuir o manual, deve entrar em contato com a montadora para obter tais informações. Caso o pneu velho seja original, é possível verificar estas informações em suas laterais. Onde constam dois números separados por uma barra estão indicados largura e altura. A letra indica o tipo (radial ou diagonal) e o número seguinte trata-se do aro da roda. Desta maneira, o pneu 175/70 R13 tem 175 mm de largura de seção, e 70% da largura de seção de altura, é radial e monta em rodas de aro 13 polegadas. Se não houver letra é diagonal.


A lateral do pneu também traz a informação de sua data de fabricação e não de validade. Afinal de contas, é impossível estabelecer um prazo de vida útil para um item que depende de tantos fatores.
Vale lembrar que não é recomendável o uso de pneus recauchutados para carros de passeio. Segundo Quadrelli, este tipo de pneu não é produzido com estrutura para receber recapagem, diferente dos pneus de veículos pesados (caminhões, ônibus) que já são fabricados para esta finalidade.

(FONTE: DIVULGAÇÃO BRIDGESTONE – JOSÉ CARLOS QUADRELLI)

22 março, 2012

Continental apresenta pneu para carros elétricos


Com o Conti.eContact, a Continental tem uma nova classe de pneus pronta para a largada, pneus que têm sido desenvolvidos para as necessidades específicas dos veículos elétricos (conhecidos como e-cars) e carros híbridos. Ao desenvolver tais pneus, uma meta em particular dos engenheiros era reduzir consideravelmente a resistência ao rolamento de modo a aumentar a autonomia de viagem dos e-cars e facilitar uma maior operação do motor elétrico nos veículos híbridos. Em relação às propriedades relacionadas à segurança, a Continental manteve seu elevado padrão presente nos produtos criados pelo departamento de desenvolvimento em Hanover. 
 
 
O novo Conti.eContact é produzido na fábrica de pneus de passeio de Korbachh e recebeu uma certificação inicial como equipamento exclusivo para o Twizy, da Renault. A Continental está projetando que 2.8 milhões de veículos elétricos estarão rodando por todo o mundo em 2020, representando algo como 3% do market share.
Foto 
 
Pneus para carros elétricos precisam atender solicitações diferentes das dos carros convencionais. Por exemplo: eles necessitam ter uma resistência ao rolamento muito menor, bem como gerar um menor nível de ruído, enquanto os requerimentos para altas velocidades não são tão elevados. Para manter um alto padrão de estabilidade direcional e de dirigibilidade, diferentes padrões de sulcos na banda de rodagem são feitos, alguns para uso no eixo dianteiro e outros no eixo traseiro. O tamanho dos pneus também difere, dependendo do tipo de veículo. Dimensões menores e mais estreitas são requeridas pelos veículos urbanos leves, enquanto os carros elétricos com volume maior usam pneus com aro de 20 polegadas.
 
A resistência ao rolamento é 30% menor em comparação à dos pneus convencionais. Os engenheiros da Continental atingiram essa redução usando uma dimensão de pneu totalmente não usual. Com o conjunto de teste no tamanho 195/55 R 20, o Conti.eContact se tornou mais alto e fino em sua aparência, ficando com um diâmetro maior e uma banda de rodagem mais estreita. Graças ao seu diâmetro maior, a deformação é reduzida quando em contato com o solo, o que diminui consideravelmente a resistência ao rolamento. Isso significa que a mesma conquista também pode ser obtida pelos pneus convencionais. 

 
Além disso, a lateral do Conti.eContact foi desenhada de tal forma que menos energia é desperdiçada quando o pneu flexiona e expande, sendo que o peso também foi reduzido. Essas medidas também diminuem a resistência ao rolamento. Com sua combinação de quatro sulcos longitudinais, grande número de ranhuras, ausência de sulcos transversais e a rigidez dos talões, a banda de rodagem foi otimizada para uma menor resistência ao rolamento e baixa emissão de ruídos. 
 
Nesse sentido, as propriedades de dirigibilidade precisa e de distância segura de frenagem também foram alcançadas. O contorno muito liso do pneu evita que os elementos da cinta se movam mais, contribuindo para baixa resistência ao rolamento. A lateral também foi desenhada para reduzir o consumo de energia. Aqui, os pesquisadores não empregaram os usuais elementos de desenho voltados para manter a resistência do ar tão baixa quanto possível. Essas propriedades fazem do Conti.eContact o pneu ideal para carros elétricos e híbridos.
 
Ao reduzir expressivamente a resistência ao rolamento, a Continental tem por objetivo cortar a energia requerida por carros elétricos e também aumentar o raio de operação desse novo tipo de veículo. A ampliação do alcance torna possível incrementar de forma significativa a aceitação desse tipo de veículo, ao mesmo tempo em que reduz a energia consumida por 100 km rodados e o tempo necessário para a carga das baterias.
 
A Continental entende que esse segmento da eletromobilidade é uma das chaves para o futuro da indústria automotiva. Como um dos fornecedores na liderança mundial, a corporação quer participar ativamente desse processo não apenas por meio do desenvolvimento de pneus, mas também de sistemas de baterias, sistemas elétricos de direção, sistemas regenerativos de frenagem e diversas aplicações interiores.
 
Medidas:
 
80 series: 55 series:
 
125/80 R 13 M 195/55 R 20 T *
 
145/80 R 13 M

15 março, 2012

Pesquisadores desenvolvem tecnologia eficiente para reaproveitamento de pneus


Todos os anos, um bilhão de pneus são descartados após o uso em todo o mundo, com a maior parte sendo destinada a aterros sanitários, contaminando o meio ambiente e prejudicando a saúde humana. Mas agora, pesquisadores da Universidade Deakin para Pesquisa de Tecnologia e Inovação, na Austrália, descobriram uma maneira de reutilizá-los: através da criação de produtos de borracha.
A nova tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores pode transformar pneus velhos em ingredientes de alta qualidade segmentando o pneu. Assim, cada seção pode ser tratada de forma diferente, o que elimina as impurezas e resulta em maior qualidade do produto final. Por exemplo, o reforço de aço no pneu é separado sem fragmentação, o que não é comum na reciclagem de pneus atuais.
 
“Nós viemos com uma maneira de dar vida nova a pneus velhos o que deve eliminar a necessidade de descartá-los em um aterro sanitário", disse o autor do estudo, Chris Skourtis. "O que temos desenvolvido é um avanço significativo na reciclagem de pneus que é superior às práticas atuais de trituração e deposição em aterro, queima de pneus ou reciclá-los em materiais de baixa qualidade de uso limitado", explicou o engenheiro de pesquisa.
Em um comunicado da universidade, o autor explica que o processo usado por eles para o reaproveitamento do pneu não utiliza substâncias químicas e tem o consumo de energia reduzido.
 
"Isso também resulta em ingredientes de alta qualidade que podem substituir borrachas virgens e sintéticas na fabricação de produtos como pneus novos, peças de automóveis, materiais de isolamento, correias transportadoras e aditivos de asfalto para estradas".
O pesquisador ainda exalta a importância da conscientização sobre o descarte de pneus em todos os lugares do mundo. Já que este material pode contaminar o meio ambiente, provocar incêndios e ainda aumentar as chances de incidência de mosquitos e ratos.
 
Pesquisadores da universidade, liderados por Qipeng Guo, desenvolveram uma unidade de pequena escala no Campus da universidade Waurn Ponds para testar e refinar a tecnologia de reciclagem desenvolvida e patenteada pela VR TEK Global, que pretende disponibilizá-la em escala comercial em 2012. Com informações da Universidade Deakin.
Redação CicloVivo

12 março, 2012

Pneu ecológico economiza combustível


 A Continental, empresa alemã, criou um tipo de pneu ecológico capaz de reduzir o consumo de combustível e emissões de CO2.
O produto se destaca por ser considerado um dos melhores para diminuir o impacto sobre o meio ambiente. Isso vem da preocupação da empresa relacionada ao declínio na eficiência do freio da primeira geração de pneus verdes.

Isso porque a maioria destes pneus reduz a emissão de carbono por fazer um contato mais leve com a estrada, o que ajuda a reduzir a quantidade de resistência. Como consequência, o carro usa menos gasolina para se movimentar. Porém, com a menor resistência a eficiência nos freios pode diminuir.

O pneu da Continental foi criado para sedãs, minivans, cupês e veículos crossover. O produto mantém contato seguro com a estrada. Portanto, não diminui a resistência do freio. Além disso, deixa espaço suficiente para uma redução das emissões de gases poluentes.
De qualquer forma, vale lembrar que o pneu ecológico da Continental é apenas um dos muitos pneus ecológicos que economiza combustível e fornece boa tração. Outras marcas, como a Michelin, também fabricam produtos verdes.


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09 março, 2012

Goodyear testa pneu que se calibra sozinho em Genebra


Você já imaginou não precisar calibrar os pneus de seu carro com frequência? Pois  a Goodyear apresentou a tecnologia AMT, do inglês "Air Maintenance Technology", que em tradução livre seria uma tecnologia de manutenção de ar. A novidade foi mostrada no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça, que começou hoje e vai até o dia 18.

A tecnologia AMT visa deixar os pneus calibrados na pressão ideal. Ela possui todos os componentes do sistema de pneus, inclusive uma bomba em miniatura. A ideia é que o pneu seja calibrado por si só quando o carro, do mais leve ao mais pesado, estiver em movimento.

Conforme a Goodyear, esse sistema ainda ajuda na economia de combustível do veículo que irá usá-lo. O novo sistema da empresa está em estado de desenvolvimento nos Centros Tecnológicos da companhia, em Luxemburgo e nos Estados Unidos e será lançado oficialmente em meados de 2013, de acordo com a Goodyear.

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08 março, 2012

Pneus Usados Viram Colar, Bolsas e Tênis no Japão

Manter os pneus velhos fora dos aterros é uma tarefa difícil, já que não é biodegradável e considerando a quantidade deles que é descartada todos os dias. Basta fazer uma média de quantos carros estão nas ruas e multiplicar por quatro, sem contar ainda os caminhões de grande porte que chegam a ter 18 pneus.
 

Porém, para amenizar esse problema e aproveitando a onda ecológica, várias empresas no mundo, inclusive no Japão estão reciclando pneus velhos e transformando-os em diversos acessórios de moda, como colares, bolsas e até tênis.


Assim como a empresa americana My Sister Art e da designer de jóias, Christiane Diehl, que fazem diversas joias como brincos e colares com pneus reciclados,a empresa japonesa Seal que desde 2006, já vem fazendo bolsas com esse material, agora resolveu entrar no ramo dos calçados.
Em parceria com a Spingle , um fabricante de sapatos, a Seal lançou o Sneaker 101, um tênis de pneu reciclado que segundo a empresa, tem grande durabilidade e é totalmente impermeável. O tênis que custa cerca de ¥ 15.750 (cerca de 300 reais), tem como propaganda: ” Cada peça traz a trilha de sua vida anterior, contando o conto das estradas que viajou.







Muito além de ser apenas um apelo ecológico, a empresa garante que seus produtos, que vão desde bolsas, sacolas, porta lap top, carteiras, entre outros, são resistentes à água e tem loga duração. O visual elegante, sóbrio, preto e o designer tipicamente moderno e urbano, agradou em cheio os executivos, ecologicamente corretos.


Cada peça é feita artesanalmente à mão em Edogawa-ku, região de Tóquio, onde os artesãos deixam claro que cada bolsa, sacola, tênis ou carteira, carrega sua história pelas estradas como se fosse uma tatuagem. Cada peça narra um conto de uma estrada que já percorreu um dia, na época que ainda era um simples pneu viajante.
 

Japão em foco

05 março, 2012

Continental pesquisa a extração de borracha de dente-de-leão

A Continental integra o consórcio de indústrias e institutos de pesquisas que estuda a possibilidade de extrair látex do dente-de-leão para produzir borracha. Segundo a companhia, o material produzido pela planta tem a mesma qualidade do extraído da seringueira. A descoberta foi feita por cientistas da universidade de Müster, na Alemanha.

 

A fabricante de pneus aposta no dente-de-leão como uma boa alternativa à seiva da seringueira, que tem procura maior do que a oferta, o que reflete nos custos de produção. A descoberta também é uma opção mais interessante do que produzir borracha sintética, feita a partir de uma fonte não-renovável, como o petróleo. 

 

Os pesquisadores da universidade alemã estimam que o dente-de-leão tem potencial para suprir 10% da demanda do país europeu por borracha. Entre as características positivas da planta está o ciclo de crescimento de apenas um ano contra cinco a sete para o cultivo da borracha tradicional. Outro atrativo é a fácil extração, já que os cientistas descobriram a enzima responsável pela rápida coagulação do látex e, inibindo sua ação, foram capazes de fazer com que a seiva escorra livremente da planta. 

Continental investe em tecnologia para reduzir acidentes

Uma das causas insidiosas de acidentes é a perda de controle do carro por mudança súbita de aderência do asfalto. Isso acontece em razão de fatores da natureza como chuva, garoa, gelo ou neve. O fenômeno de aquaplanagem é um exemplo: o filme de água se forma entre a estrada e os pneus, e estes não conseguem manter o atrito com o solo. Se atingir os quatro pneus, o veículo se transforma num trenó sem controle. Com as chuvas de verão, a atenção deve ser redobrada. 
 
Nos países com invernos rigorosos esse problema se superpõe a outro ainda mais traiçoeiro. Uma fina camada de gelo, praticamente invisível, pode se formar na estrada em dias muito frios, mesmo sem presença de neve. Quando o automóvel passa sobre essa superfície, até em velocidades baixas, não há mais o que fazer, além de rezar. 

A fim de enfrentar essas armadilhas do tempo a alemã Continental e outros parceiros europeus se uniram num programa de pesquisas avançada sobre atrito pneus-solo. O objetivo é fornecer ao motorista um sistema confiável de alerta prévio sobre as condições de baixa aderência. O segredo está na fusão e processamento de informações de diferentes sensores de comportamento dinâmico, tanto os novos como os já existentes nos carros modernos. 

Um destes novos sensores inteligentes está integrado aos pneus e mede a deformação da banda de rodagem. Por meio dele é possível informar ao gerenciamento eletrônico central o estágio inicial de aquaplanagem. Outro é o sensor ótico capaz de avaliar a quantidade de luz refletida no pavimento, diferente em pista seca, úmida, molhada ou com camada de gelo. O alcance se situa entre 0,4 m e 1,5 m à frente das rodas dianteiras. 

Uma câmara de polarização detecta as diferenças na vertical e na horizontal causadas pelas condições da superfície de rodagem de 5 m a 20 m à frente do veículo. Um escâner a laser, por sua vez, checa pingos de chuva ou flocos de neve numa faixa de 50 m a 100 m adiante. Mais duas informações são obtidas por termômetros: temperatura do meio ambiente e da superfície de rodagem. Os sensores do ABS (freios antibloqueio) e ESC (controle de trajetória) também ajudam pela sensibilidade de estimar diferença de atrito entre as rodas e a estrada. 
 

Computando todos esses dados, pode-se contrapor a leitura dos termômetros com as indicações dos sensores ambientais. Em décimos de segundo o sistema vai indicar que há uma ameaça potencial à perda de atrito dos pneus, dando possibilidade de reação ao motorista, que deve aliviar o acelerador ou frear em tempo de se safar de uma grave e repentina derrapagem. 

Entrar na zona de superfície escorregadia com velocidade menor também ajuda os sistemas atuais de evitar ou mitigar colisões a atuar de forma mais eficiente sob condições ambientais adversas. 

O modo de informar ao motorista sob esses riscos ainda está sendo estudado, mas é a parte mais fácil das pesquisas. Hoje há vários tipos de indicadores visuais disponíveis no quadro de instrumentos, além de alarmes acústicos, voz sintetizada de advertência e até alertas vibratórios no volante ou no banco. Projeção de ícones ou frases no para-brisa também é uma tecnologia dominada e tem a vantagem de manter o motorista sem desviar os olhos da estrada.
Continental'/

01 março, 2012

Bridgestone apresenta o pneu que lê a estrada


A Bridgestone desenvolveu uma nova tecnologia que informa, em tempo real, o condutor sobre as condições da estrada. Um pequeno chip instalado no pneu é o grande segredo do CAIS (Contact Area Information Sensing) ou Sensor de Informação da Área de Contacto.


Este dispositivo recolhe e avalia a informação enviada pelo pneu sobre o estado do piso, sendo capaz de detectar, de forma imediata, os dados de vibração e transmiti-los no sistema de informação do veículo. 

Bridgestone apresenta o pneu que lê a estrada


A nova tecnologia classifica o estado actual da superfície da estrada em sete modos (seco, semi-seco, molhado, neve profunda, neve fresca, neve compacto e gelo) e transmite esses dados ao condutor através de um monitor que se encontra instalado no interior do veículo. O sistema CAIS é alimentado por um micro-gerador patenteado pela Bridgestone.