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26 Maio, 2012

Casa ecológica feita com 4 mil pneus é construída em São Paulo


Uma casa ecológica está em fase de construção no município de Joanópolis, no estado de São Paulo. Ela já possui quatro mil pneus, mas a estimativa é de que conte com sete mil até o fim da construção. Também foram utilizadas garrafas PET e de vidro, além de latas de alumínio.
 Preparando as fossas. Foto: Divulgação
Os pneus e latinhas compõem a parede. De acordo com o biólogo Yuri Sanada, a casa é a primeira com esse “sistema” no Brasil. Talvez, por isso, ela não tenha sido bem recebida pelos vizinhos. “Já teve até denúncia por causa da dengue, por causa de mau cheiro dos pneus, mas o fiscal disse ‘é perfeita, é limpa a construção, não tem mau cheiro nem nada’, a resistência inicial é muito complicada”. Para Sanada, ainda é complicado explicar o que é uma casa sustentável.
Além da parede da casa, os pneus também são usados no muro e na escada piscina. Há também outras paredes erguidas com garrafas plásticas. Em relação à segurança do local, os materiais usados dão a estabilidade necessária.

 Preparando as vigas. Foto: Divulgação
“O pneu já é borracha com uma cinta de aço em volta, então é totalmente seguro. Quando você enche com terra do próprio local estufa o pneu e ele pesa mais de 150 quilos. Então, é uma parede estrutural muito forte”, afirma Sanada. Segundo ele, não há uma coluna que sustenta a casa, toda a parede a sustenta.

 Altura das paredes. Foto: Divulgação
A parede de plástico também é construída com ferro, bambu e é preenchida com barro e um pouco de cimento para dar o acabamento. “Fica totalmente resistente”, garante o biólogo. Para a iluminação foram usadas garrafas de vidro.

 Diversas latinhas serão reaproveitadas ao longo da construção. Foto: Divulgação
O teto da parte central da casa é todo coberto de PET. Para isso, foram pegas duas garrafas, que ao serem unidas formam uma só, com dois gargalos e o “ar no meio segurando”. Desta forma, não se pode destruí-la. A laje é edificada por cima da estrutura de garrafas. Ela também será autossuficiente em água e energia elétrica.

 Fazendo o contrapiso. Foto: Dilvulgação
A casa ainda está em fase de construção. Ela terá 400 metros quadrados e três andares. No site do projeto (aventura.com.br), que tem apoio do Ibama e da Reciclanip, há a informação de que os detalhes e técnicas da casa serão lançados em documentário e livro para transmitir a técnica e o conceito às pessoas interessadas. Através dele, também é possível acompanhar o desenvolvimento da construção.
Fonte  CicloVivo

25 Maio, 2012

Japão quer produzir pneu de “dente-de-leão” da Rússia


A Bridgestone, maior empresa de pneus do Japão, pretende fabricá-los utilizando uma planta russa, o dente-de-leão. A corporação japonesa planeja extrair látex do vegetal e consequente fabricar a borracha dos seus produtos. Esta espécie de flor amarela, abundante na Rússia, é considerada pelos botânicos como a melhor para a produção da borracha industrial.
De acordo com o presidente do Centro de Investigação e Tecnologia da Bridgestone America, Hiroshi Mouri, existem mais de 1.200 espécies de plantas das quais se pode produzir borracha, porém é difícil encontrar uma que possa servir de matéria-prima em quantidades industriais. Segundo o cientista japonês, as pesquisas efetuadas pelos especialistas da empresa mostraram que o dente-de-leão russo tem excelentes possibilidades de fornecer o látex na quantidade necessária à produção dos seus pneus.
A empresa já pensa em criar uma filial na Rússia e iniciar a produção experimental dos novos pneus, à base da planta russa, até 2014, explica Hiroshi Mouri. “O látex natural pode ser substituído pela borracha sintética, mas isso nem sempre satisfaz os fabricantes de pneus. Atualmente, cerca de 60% dos melhores pneus para automóveis são de borracha natural, que é fabricada pela transformação do látex, ou suco da seringueira, planta nativa da América do Sul e do Sudeste Asiático. Os preços elevados dessa matéria-prima obrigam os fabricantes de pneus a procurar alternativas. Nesse particular, a planta dente-de-leão torna-se interessante porque, ao contrário da seringueira, o seu crescimento não está limitado aos países de clima quente. Além disso, a qualidade do seu látex é comparável ao látex do extraído por métodos tradicionais. Por isso, a planta da Rússia atraiu o interesse do Japão e também de outros países, como Estados Unidos, Alemanha e China. O dente-de-leão russo é um achado para a indústria de pneus.”
Para o Catedrático de Química e de Tecnologia do Caucho e da Borracha do Instituto Estatal de Tecnologia de São Petersburgo, Nikolai Sirotinkin, o problema da produção do látex em escala industrial é realmente complexo. Caucho é uma árvore que atinge mais de 35 metros de altura, presente na Floresta Amazônica, que também se presta á obtenção do látex. Ele lembra que, desde os anos 30 do século XX, a Rússia da era soviética investiu fortunas tentando encontrar a solução para o problema."Foram encontradas outras fontes de látex, entre as quais o dente-de-leão. Ou seja, existe uma solução positiva do ponto de vista técnico. Mas o panorama é diferente do ponto de vista econômico: a partir de uma tonelada de caules de dente-de-leão secos, podem ser obtidos 80 quilos de látex. Trata-se de um retorno de apenas 8%. No caso do látex da seringueira, esse indicador é de, pelo menos 50 a 60%. Isto explica a razão de tantos investimentos feitos para a obtenção do produto.”
No entanto, apesar de necessitar de todo este volume de investimentos, o dente-de-leão russo é uma aposta alta na Bridgestone, porém tida como certeira, segundo Hiroshi Mouri. “O custo de produção do látex, a partir do dente-de-leão russo, será sempre bastante inferior ao da matéria-prima tradicional.” O Dente-de-leão, nome popular de várias espécies pertencentes ao gênero botânico Taraxacum, das quais a mais comum é a Taraxacum officinale, trata-se de uma planta medicinal herbácea conhecida no Brasil também por outros nomes populares, como taráxaco, amor-de-homem, amargosa, alface-de-cão ou salada-de-toupeira.
Fonte Diário da Russia

17 Maio, 2012

A importância do rodízio correto dos pneus


O rodízio é uma das principais medidas de manutenção, contribuindo decisivamente para o prolongamento da vida útil do pneu. Na verdade, a inversão de posição entre os pneus que rodam nos eixos dianteiro e traseiro dos veículos traz inúmeros benefícios. Quando efetuado nos intervalos de tempo recomendados, contribui para manter uniforme o desgaste dos pneus, proporciona melhor estabilidade, especialmente em curvas e freadas, colaborando também para uma melhora no desempenho global do veículo.
“Ao longo do tempo, os pneus sofrem diferentes esforços e por isso acabam apresentando desgastes não uniformes”, explica Gilberto Viviani, gerente de serviço ao consumidor da Divisão de Pneus da Continental (www.conti.com.br) Ele acrescenta que o rodízio deve ser adotado com o objetivo de amenizar ou de equalizar essas diferenças. “Pegando-se como exemplo um carro com tração dianteira, verificamos que neles as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo. Por isso, sofrem desgaste maior do que as traseiras” que basicamente freiam , comenta Gilberto.
Nesse tipo de veículo, o rodízio é feito invertendo-se a posição dos pares dianteiros e traseiros. Os pneus traseiros são colocados na frente e vice-versa. Para o caso de se incluir o estepe no projeto do rodízio, recomenda-se montar na dianteira direita, guardando-se como estepe o pneu da mesma posição, normalmente o que mais se desgasta em função da tração dianteira dos veículos e da construção das ruas e estradas, que via de regra “puxa” o carro para essa direção.
No caso de carros de tração traseira, trocam-se os pneus traseiros para frente em linha reta e os pneus dianteiros para trás de forma cruzada. Veículos com tração nas quatro rodas têm o “X” como padrão do rodízio: o pneu esquerdo traseiro é substituído pelo direito dianteiro e o pneu direito traseiro pelo esquerdo dianteiro. Utilitários, modelos esportivos e de luxo, devem seguir o padrão informado no manual do proprietário, pois podem considerar outros fatores determinados pelo uso e operação dos veículo.


É recomendável que o rodízio seja efetuado a cada 10.000 km, mesmo que os pneus não apresentem sinais de desgaste. Ele também deve ser feito se o usuário perceber alguma diferença na uniformidade do desgaste da banda de rodagem. É imprescindível que seja mantida a posição correta de montagem dos pneus (devido a possível assimetria dos desenhos da banda de rodagem), além de seus respectivos sentidos de giro (desenho unidirecional).
O rodízio deve ser entendido pelo proprietário do veículo como um procedimento preventivo, e não corretivo. Para verificar qual o método aconselhado para o seu carro, verifique o manual que apresenta, em detalhes, esta recomendação.
“É importante se ter consciência de que o rodízio dos pneus não consegue por si só corrigir os problemas de desgastes causados por partes mecânicas avariadas ou pelo uso dos pneus com pressões diferentes das ideais para determinada operação do veículo, alerta Gilberto Viviani.
Fonte Continental

09 Maio, 2012

Para onde vai o seu pneu usado?

A destinação dos pneus velhos ainda é um problema comum no Brasil. A resolução n° 258 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) obriga os fabricantes e importadores de pneus a darem um destino ambientalmente correto aos usados. A conta é simples: para cada pneu vendido, o produtor deve recolher um usado.



Os principais fabricantes de pneus no Brasil criaram uma solução. Desde 2007, Bridgestone, Goodyear, Michelin e Pirelli se juntaram e criaram a Reciclanip (Recicladora da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), uma entidade que recolhe os pneus que não servem mais. Em 2010, a Continental se juntou ao grupo. O projeto teve início em 1999 com a criação do Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Iservíveis, implantado pela Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos).

 


Nos três primeiros meses de 2012, foram recolhidas 89 mil toneladas de pneus. Assim como todo o restante reciclado desde 2007, este volume já tem destino certo: vão para a indústria cimenteira para servir como combustível para os fornos ou são triturados e viram matéria-prima para asfalto-borracha, pisos de quadras e outros artefatos de borracha.



Cesar Faccio, coordenador da Reciclanip, destaca o espaço ocupado pelos pneus quando rejeitados de forma incorreta. “Os pneus inservíveis, descartados de forma errada, contribuem para entupimentos de redes de esgoto, enchentes e poluição de rios”. Faccio completa conscientizando a população a não queimar pneus fora de uso e fala sobre um dado importante: “um pneu costuma demorar mais de 150 anos para se decompor. Por isso, é fundamental investir em sua reciclagem". Só em 2011, 320 mil toneladas de pneus foram recolhidas. Desde 1999, quando o projeto experimental foi implantado, ao todo, 1,95 milhão de toneladas já foram recicladas. Os fabricantes pretendem investir cerca de US$ 41 milhões na logística para recolhimento de pneus.

08 Maio, 2012

Andar com excesso de peso no veículo pode comprometer a estrutura do pneu


O sobrepeso pode prejudicar também vários outros componentes do carro
Todo carro possui uma capacidade máxima de peso que se pode transportar. Não atender a essas especificações trará sérios danos não só aos pneus, como também ao veículo. A sobrecarga aumenta a flexão da estrutura e a temperatura do pneu. Além disso, a direção fica pesada e ocorre perda de estabilidade nas curvas. O consumo de combustível também aumenta devido à maior resistência ao rolamento.


O principal dano causado aos pneus devido à sobrecarga é a redução da vida útil pelo desgaste da banda de rodagem e a fadiga estrutural. Com o aumento da flexão e a elevação da temperatura do pneu devido ao peso excedido, ele fica mais sujeito a rachaduras e quebras circunferenciais nas laterais e desagregação de componentes (lonas/rodagem, entre lonas, etc.). Além disso, a sobrecarga também provoca danos nos componentes do veículo, como a suspensão, sistema de freios, motor e câmbio.

“Para prevenir o desgaste excessivo dos pneus, siga sempre as recomendações do fabricante do veículo quanto à carga máxima a ser transportada e a pressão de inflação a ser usada de acordo com a carga”, ressalta o Gerente Geral Engenharia de Vendas da Bridgestone do Brasil, José Carlos Quadrelli. “O peso máximo suportado pelo pneu está indicado em sua lateral”, completa.
 

Sempre que carregar peso for inevitável, procure distribuí-lo de forma igual dentro do carro e, se possível, coloque parte do peso na parte interna ou no teto. Antes de trafegar na condição de carga máxima, é imprescindível ajustar a pressão de inflação dos pneus para os valores máximos indicados pelo fabricante do veículo. A calibragem deve ser feita ainda com os pneus frios.

fonte SEGS

03 Maio, 2012

Pneu que se adapta ao clima

Um grupo de investigadores da Universidade de Leipzig, na Alemanha, está a desenvolver o primeiro pneu «inteligente», que se adapta ao clima, mesmo quando o carro está em movimento, noticia o New York Daily News. A equipa de cientistas liderada por Detlef Riemer revelou um protótipo do pneu adaptativo esta semana na feira anual de Hannover, um dos maiores eventos dedicados ao setor industrial à escala global.


 

Para o professor alemão esta poderá ser uma forma de o utilizador não ter de se preocupar em mudar pneus quando conduz num piso específico. Reimer descreve este pneu, entretanto já patenteado, como estando equipado com sensores eletrónicos que reconhecem os diferentes tipos de terreno, seja em alcatrão da autoestrada ou terra batida, com estrada seca, com chuva ou neve. Consequentemente, o pneumático altera a sua forma automaticamente, expandindo o perfil alterando o desenho do rasto em conformidade com o piso. Tais características permitem otimizar o desempenho em tempo real, o que reflete também, em última análise, nos consumos.


 

Este pneu ainda está longe de ser considerado um produto acabado, uma vez que o foco da pesquisa está atualmente nos «materiais com memória» que podem ser usados para as partes móveis dos seus perfis.


AUTOHOJE.COM

23 Abril, 2012

Lançamento, Pneu com assinatura Ayrton Senna


 A Goodyear (www.goodyear.com.br), em parceria com o Instituto Ayrton Senna, lança a campanha “Acelerando pela Educação”, apresentando ao mercado uma edição limitada dos pneus Eagle Excellence AquaMax Ayrton Senna. Disponível nas lojas da Grande São Paulo, o pneu traz a assinatura do ídolo gravada em sua lateral e terá parte da venda revertida para o Instituto Ayrton Senna, contribuindo aos seus programas educacionais.
A campanha “Acelerando pela Educação” acontece na comemoração de 21 anos do tricampeonato do piloto e terá duração de 12 meses. Neste período, a Goodyear ainda promoverá junto ao Instituto uma ação de licenciamento social, contemplando diversos pneus da marca, comercializados em todo o Brasil, que também terão parte da receita revertida aos programas educacionais.




“Para a Goodyear é uma grande satisfação fazer esta parceria com o Instituto Ayrton Senna”, declara Jaime Szulc, presidente da Goodyear para América Latina. “Com o projeto ‘Acelerando pela Educação’, pretendemos contribuir com o futuro do nosso país, engajando os consumidores a partir da identificação com o nosso grande ídolo da Fórmula 1”.
"A Goodyear foi uma marca presente na carreira do Ayrton e hoje está ao nosso lado em várias ações. Esta ação Acelerando pela Educação é um exemplo de como as empresas podem contribuir com causas sociais por meio das suas ações de marketing e ainda ajuda a divulgar a causa que defendemos, que é a Educação, fortalecendo um trabalho que beneficia milhões de crianças e jovens a cada ano. Sem dúvida, Goodyear e Instituto Ayrton Senna têm tudo para chegar na frente", afirma Irineu Villanoeva Júnior, gerente de marketing do Instituto.
Senna, um dos maiores nomes do automobilismo mundial, foi campeão da Fórmula 1 nas temporadas de 1988, 1990 e 1991, no período em que a Goodyear era fornecedora oficial de pneus da principal categoria do automobilismo mundial.
Eagle Excellence AquaMax – O pneu Eagle Excellence AquaMax foi escolhido para levar a assinatura de Senna por se tratar de um produto de alta performance da Goodyear. Com o diferencial da tecnologia AquaMaxTM, este modelo oferece melhor desempenho em pisos molhados, característica de destaque de Ayrton Senna, que sempre foi conhecido por ser um excelente piloto em condições adversas. Os pneus Eagle Excellence AquaMax Ayrton Senna, na medida 205/55 R16, proporcionam desempenho 3% superior em aquaplanagem em reta, 13% superior em dirigibilidade e 9% superior no critério frenagem.



Fonte: Portal Fator Brasil

14 Abril, 2012

Pressão dos pneus poderá ser controlada pelo celular


A fabricante de pneus Continental desenvolve uma tecnologia que permitirá ao motoristas serem informados sobre a pressão dos pneus dos veículos por meio de um smartphone. O dispositivo chamado de “Filling Assistent” é instalado na banda de rodagem do pneu e um outro nas válvulas e, através de conexão sem fio, se conectam a um aplicativo no smartphone informando os dados em tempo real.









Cada pneu terá um dispositivo e o motorista terá acesso à pressão dos pneus mesmo quando está calibrando pela bomba de um posto de gasolina. Quando o pneu atinge a pressão desejada, o aplicativo dispara um sinal de alerta. A produção das  unidades vendáveis do sistema em carros novos é prevista para 2013.
“Esse sistema rápido e simples não apenas acrescenta uma interface amigável ao carro como otimiza a sua segurança e eficiência. Ao mesmo tempo, o meio ambiente também se beneficia, uma vez que a pressão apropriada dos pneus mantém baixos tanto a resistência à rolagem como o consumo de combustível”, disse Burkhard Wies, chefe de desenvolvimento da Continental.
Fonte e fotos | Continental

02 Abril, 2012

Pneu com estrutura de fibra de vidro é aprovado



Imagine rodar, por 10 horas, em um veículo carregado, utilizando somente pneus totalmente desprovidos de ar comprimido. Pois foi exatamente assim que aconteceu em um teste realizado pela New Tech Tire, em que pneus com estrutura de fibra de vidros foram usados como forma de substituir os convencionais que rodam com ar.  De acordo com o portal da revista Auto Esporte, a estrutura é capaz de suportar o peso do veículo e as mesmas máquinas que são utilizadas para a montagem dos pneus comuns podem ser compartilhadas. Outra vantagem: os pneus fabricados com fibra de vidro nunca furam.
O presidente da empresa responsável pela invenção, Morris Corn, destaca que o novo produto pode representar até 2% na economia de combustível, uma vez que dispensa a necessidade de carregar o chamado “peso morto”, ou seja, ferramentas que não serão utilizadas como o macaco e demais instrumentos em caso de uma possível troca. O preço do pneu também promete ser outro atrativo, pois poderá ser comercializado com custo similar aos pneus convencionais.
Fonte:  Revista Auto Esporte/

29 Março, 2012

Como os pneus são fabricados na Russia


Conheça todo o processo de fabricação com imagens da fábrica mais antiga da Russia:



A fábrica de pneus de Yaroslavl  é uma das mais antigas empresas de pneus da Russia. É onde todos os pneus da Cordiant  são fabricados e testados.



Os principais materiais para a produção de pneus são de borracha e cabos. Aborracha de pneu é composta de borrachas naturais e sintéticas, enquanto o cabo podem ser feitos de metal,fios têxteis ou poliméricos.



Futura manta  de cabos



Ainda não vulcanizada, a borracha é muito pegajosa, por isso fica enrolado com uma liga especial.



Os números mostram a largura da manta.



Cor especial marcação é feita para a compreensão visual rápida do tamanho de pneus.



A máquina faz os cortes  dos aros hermeticamente.



O fio sai desses carretéis até o torno, onde será coberto com borracha.



Então ele fica erolado no diâmetro adequado.



Alguns aneis prontos para a próxima etapa.



Essa ferramenta lida com a fase mais interessante - a montagem do pneu bruto.



Ele faz tudo sozinho, o operador só tem que abastece-la.



Inicia o processo de fabricação.



Após a montagem dos pneus vão mais longe ao longo do transportador.



Aqui, a equipe de controle de espera para os pneus.



Hora da vulcanização.



Formas são usadas no o processo de vulcanização.



Inicia o processo de vulcanização



A parte lisa de  é pressionada com uma forma a partir do exterior.O lado de  é soprado para manter o pneu firme.



O Pneus é pressionado novamente.



Em seguida, cada pneu é testado automaticamente de acordo com vários parâmetros.
Máquina de teste de desmontagem
As máquinas são velhas e bem ao estilo URSS, mas dá pra ter uma noção de como se fabrica um pneu de carro.

Retirado do blog Eu Avisei